E mais uma vez, tudo de novo
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Já é junho... por Deus, já faz quase de 18 anos.
Eu me lembro, 1999, aquilo foi épico. Cabelo chanelzinho, franjinha, jaquetinha jeans e bota. Eu era estilosa. Eu era só uma criança. 20 de junho. "Eu quero ter logo 7 anos, assim poderei andar, sair, me divertir, eu vou falar e as pessoas vão me ouvir." Não, espera, isso não foi nessa época, foi antes, foi muito antes. É minha primeira memória. Eu devia ser bebê. Ser aquele bebê careca horrível, que foi achado na lata de lixo, sabe? Não, não sabe? Ah. Sei lá. Também, não importa. Ano após ano. 7 anos hein? 2002, Copa do Mundo, lembra? Hein, lembra né? Ah sim, me lembro. Festinha também, reparti bolo, fui arrogante (que novidade...), a decoração de aniversário de criança mais bonita que eu já vi. Euforia geral, todo mundo achava que o Brasil ia ganhar. E ganhou. Foi minha vizinha que fez sabia? Ronaldinho com aquele cabelo horroroso, Ronaldinho Gaucho igual a sempre. Mas os brigadeiros estavam tão gostosos. Cafu ergueu a taça. Foi minha vizinha que fez a decoração da festa, seu bobão. Mas fui eu que ensinei pra ela como fazer. É, eu lembro disso também. Barulho, muito barulho, pessoas gritando e confraternizando na minha festa. Pelo Brasil. Eu fui arrogante por um motivo banal (que nunca esqueci e já falei). Depois disso, nunca mais. Nunca mais o quê? Festa de criança? Brasil? Fui arrogante? Nunca mais esqueci? Enfim, também não importa. E também não sei. BOTA DE BRUXA. Que memorável. Né mãe? Aquele bolo, nem lembro de quantos anos, saiu todinho batumado. A cobertura tinha um detalhe que lembrava uma bota de bruxa, daí o apelido. Até que faz sentido né? Não, não faz. Mas pra mim, só pra mim (e pra mamãe... (e pro papai também)) faz. Ah, encare esse fato. Minha vida é mais legal que a sua. Lembra em 2002, quando eu estive perto dele pela primeira verdadeira vez (provavelmente) e nem sabia? E o Brasil é penta.... Eu fiquei feliz. Eu lembro. Eu era só uma criança em Almirante Tamandaré. Mas pera, não, volta! DESVIRTUEI totalmente do meu assunto central! Poxa! Por que eu estou falando do Brasil? Ele não tem nada a ver com isso. Mas será que ele ficou chateado? Acho que sim. Eu fiquei feliz. Não, volta. Volt (V). Ah, só lembrei disso agora. Acontece. Menos né? E o bolo do Atlético. Também sei lá de quantos anos. Mas foi tãããããããão legal. Eu vi as fotos ainda esses dias. Éramos tão jovens. Não, não aquele filme lá do Renato Russo. Esse é atual e o nome é outro. Acorda pra vida cabeção. Eu era tão criança. A festa na escola. Eu comi TODOS os brigadeiros. hahaha. Não, pera. Não foi na minha festa. Foi na do Christopher. AI QUE COISA. Piá chaaaato. Nem te conto o que eu lembrei agora. É super atual. Vai ver é porque eu acabei de ler... Não, mentira. Acho que nem foi na dele. Enfim, é irrelevante e eu não lembro. Mas e você? Lembra lá em cima, antes do Cafu? Não, não é para fazer sentido. Para ninguém. Só pra mim. Sempre inverno. Sempre fim de outono. Quase um testamento. Ah, mas um dia vai inverter e você sabe. As coisas são ao contrário lá em cima. No norte, não no Cafu. Em Winterfell. Não, não em Winterfell. Sempre verão. Verei o Stonehenge nesse dia. Nesse dia de sempre final de primavera. Pra você, não pra mim. Aqui é sempre inverno. 02:37.
Nem você.
Aqui apenas para escrever o que sei, o que não sei e o que me dá na cabeça. Enfim, coisas inúteis que você poderia viver sem.
sexta-feira, 31 de maio de 2013
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
A ordem natural das coisas
Efêmero, assim é tudo.
Assim é a vida.
Depois que aprendi o significado dessa palavra, em 2008, comecei a ponderar muito sobre valor dela no dia a dia da vida. Pensei sobre como tudo é passageiro, tudo aquilo que mais importa, tudo aquilo que não importa tanto assim ou tudo aquilo que mais amamos. E é principalmente nisso que a efemeridade mostra suas garras, nos machuca.
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Arcadia, 01:17 da manhã de 30/11/2012.
Estava pensando sobre a vida, uma reflexão que faço quase toda noite antes de dormir, principalmente quando estou de férias e não tenho compromisso de acordar cedo na manhã seguinte. Não estava ligada exatamente em "efemeridade" enquanto andava de um lado para o outro na Torre, que tem sido minha "sede" na casa nas últimas semanas, durante o tempo que a reforma do meu verdadeiro quarto está parada devido a falta de verba (e também de força de vontade), o que tem sido, inclusive, o motivo de muitas discussões em Arcadia.
De repente, por uma razão que não sei bem explicar, acabei voltando em um ponto que tem me incomodado muito de um tempo pra cá, a tal da efemeridade. Tempo vem, tempo vai e muitas coisas passam, isso é fato. Acontece que dia 31/10, uma fase muito importante da minha vida se encerrou. Algo que me acrescentou muito, mais até do que eu seria capaz de contabilizar. Claro que, como eu disse na minha despedida, essa foi uma das poucas coisas que eu posso dizer que aproveitei ao máximo, tanto quanto pude, e não levo ressentimentos. Mas ainda assim, quando alguma coisa importante para você chega ao fim, é impossível não olhar para trás e, no mínimo, não sentir a nostalgia.
Sim, eu sou uma pessoa que tem problemas com o desapego.
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Entretanto, já deitada na cama, um assombro me ocorreu. Algo que eu já tinha pensado antes e ainda muito me assusta, mas sempre tento jogar para debaixo do tapete e dizer como Scarlett O'Hara: "Pensarei nisso mais tarde!". Ora, o pensamento me foi tão perturbador que não consegui refrear as lágrimas, tão pouco pude continuar deitada na cama a divagar. Levantei em um impulso, desci um lance de escadas e entrei no quarto principal da casa, peguei o notebook e o carregador pé por pé, tentando não acordar meus pais, torcendo para que eles não despertassem e me perguntassem o porquê daquele assalto repentino ao quarto, e assim eu não teria de revelar que o verdadeiro motivo de tanto ímpeto eram eles mesmos.
Peguei o computador, subi novamente para meu refúgio na Torre e me coloquei a escrever esse texto. Agora já são 01:44.
Sei que isso pode parecer muito clichê, mas acho que ainda assim, estou colocando em palavras e tornando público um sentimento que muitos possuem, mas por qualquer motivo, se recusam a externar.
Há algum tempo, percebi que estou ficando "velha", aquelas coisas que quando criança nem pensava que podia fazer, agora faço. Tipo: beber ou ir sozinha aonde bem entender. Liberdades que nunca antes achava que teria. Coisas essas que vem com o tempo. Percebi, com algum medo, que para envelhecer é necessário uma maturidade que vem junto com a própria idade em si. Não seria possível exigir de mim algum entendimento se meu corpo, hoje com 17 anos, se visse aos 70 de um dia para o outro. Acho que eu simplesmente enlouqueceria se soubesse que tal estado é irreversível. Ver a vida a ser vivida de certo modo se encurtar e se dar conta disso, sem poder (obviamente) fazer nada, exige sim um estado de maturidade que vem com o tempo.
Mas e ver que isso também acontece com pessoas que eu amo me sufoca muito mais. Ver que o tempo passa e aquelas coisinhas desagradáveis que são marca da idade; que antes só aconteciam bem longe de mim e que acontecem agora com os meus pais, é agonizante. Aquele probleminha de vista cansada, aquela dor nas costas ou os cabelos brancos e as rugas que se tornam cada vez mais expressivos, vão me dando uma nova visão da minha própria vida. Aqueles que eram (e ainda são) meus super-heróis, imbatíveis e mais sábios que qualquer grande mestre oriental, ficam ainda mais sábios com o tempo que passa para eles também. Vejo agora que eles não são uma muralha inquebrável que, quando criança, eu achei que eram. Vejo que eles são humanos e tão sujeitos a efemeridade quanto qualquer outra pessoa.
A noite me traz entendimentos que o dia encobre.
Durante o dia, penso em todos os sonhos que tenho para cumprir e a vida que tenho para viver. Penso nos meus planos para o futuro. Durante o dia, faço tudo aquilo que me compete fazer.
Durante a noite, eu penso.
Durante a noite, lembro de todas às vezes no dia que não dei atenção para minha mãe porque queria ver alguma coisa inútil na TV. Às vezes que ela falou comigo e eu não dei bola porque estava pensando em algum ponto do meu "promissor" futuro. Ou às vezes que comecei uma briga idiota com o meu pai sobre a reforma do meu quarto que não anda por falta de dinheiro. Exijo demais deles e sei que não dou o mínimo em troca. À noite, penso que no dia seguinte vou fazer tudo diferente, vou ser a mais amável e atenciosa das filhas; mas o dia seguinte chega e faço a mesma merda, igual a todos os dias anteriores. E me arrependo disso, porque penso que talvez eu não tenha a próxima oportunidade de fazer diferente. Eu os amo. Mas por que eu não consigo mudar? Por que a inércia da minha vida me mantém na mesma situação de comodismo quando eu acordo de manhã, deixando facilmente de lado todo o meu comprometimento da noite anterior?
São tantas coisas que meu pai fazia por mim antigamente e não faz mais, por alguma razão, e que me fazem tanta falta. Sejam aqueles apelidos carinhosos ou aqueles presentinhos de R$ 1,99 que me deixavam tão feliz. Sinto falta de ser a "filhota". E quando lembro-me de tudo isso, eu penso quão LIXO são todos os meus planos para o futuro, porque qualquer coisa que venha e não esteja acompanhada disso, mesmo que a distância, é puro LIXO!
Foda-se o vestibular, foda-se a faculdade, foda-se intercâmbio, foda-se a Europa e foda-se também quem está lendo isso aqui e achando piegas, pois na calada da noite eu percebo que existem coisas muito mais importantes que o meu futuro e percebo que essas coisas, que esse amor, já está ao meu lado e eu não dou o valor devido.
É óbvio que as vezes eles me cansam, e que eu também os canso. Sei que eles têm a vida deles e por mais que eu mude agora, é inconcebível achar que agora viveremos colados uns aos outros. Nem quero isso. Só quero aquele carinho que desapareceu quando eu cresci e tomei feições e responsabilidades de mulher. Quero aquele afeto que foi sufocado com as tarefas incansáveis do dia a dia. Quero aquelas atividades de família que se tornaram quase inexistentes porque estamos muito ocupados na TV ou no Facebook. A vida é curta demais. É efêmera demais.
A noite aqui na Torre traz uma reflexão: Patrícia, mude. Antes que seja tarde demais.
Mesmo porque, agora já são 02:51.
sábado, 25 de agosto de 2012
Alter-ego - Taim i' ngra leat
Eu quase podia ver seu reflexo no espelho. Ali, perto de mim, ainda me observando com aquele olhar zombeteiro, esperando alguma reação minha para ter uma justificativa qualquer de me agarrar em seu abraço forte e não soltar mais enquanto durasse a noite. Sua presença ainda me assombrava, dia e noite, instilando pitadas de loucura no que ainda restava da minha vida, da minha sanidade. A cada minuto, podia sentir os olhos quase negros que eu tanto amei me seguindo pelas ruas da cidade, enquanto eu procurava meu caminho, do nada para lugar nenhum.
Me lembrei do dia que nos conhecemos, eu almoçando comida japonesa com o pessoal da faculdade e ele tomando uma Guinness num barzinho ao lado, na Rua 24 horas. Ele me olhava, de um jeito que nunca tinham me olhado antes, quase como se eu fosse uma obra de arte a ser contemplada e a ser devorada também. Sempre o mesmo olhar malicioso e pervertido, divertido e desejoso. Me sentia uma deusa não tão santa. Eu era má.
No banheiro da nossa suíte, um quarto de hotel no centro - cenário de muitas noites mal dormidas e bem aproveitadas; eu via o quanto o espelho agora era frio, quando eu finalmente percebia que não tinha mais ninguém me esperando encostado no caixilho da porta, sorrindo. Abaixei a cabeça e chorei.
Senti o seu perfume, seu toque uma última vez. Ele me abraçava e me dizia, com um português de forte sotaque irlandês, que tudo estava bem. Me virei depressa demais tentando ainda ver, com um fio de esperança, seus cabelos castanho-claros desgrenhados, mas era uma ilusão. No desespero de amar, eu havia quebrado um frasco de colônia.
Ajoelhei, e peguei um daqueles cacos de vidro estilhaçados no chão. Era a colônia que ele tinha me dado, quando dividimos pela primeira vez um quarto de hotel, em Londres. Ele adorava quando eu usava aquele perfume. Nossas madrugadas londrinas eram insanas, ao som de Iron Maiden e Ramones. Todos os dias, ele me acordava, me beijava e me amava e tudo o que eu podia fazer era nada. Só permitia.
Tudo agora na minha vida era uma ilusão.
Hoje, eu acordei cedo e fui ver o mundo pela janela. Eu vi o nascer do sol, eu vi a cidade acordar sob meus olhos, eu vi o fluxo de carros se intensificando conforme as pessoas iam despertando e indo trabalhar. Eu vi a Torre Panorâmica brilhando na manhã e eu vi a Serra do Mar, sempre quieta e impassível. E, naquele momento, eu desisti.
O pedaço de vidro era frio nos meus dedos, e o cheiro de colônia era forte. Era francesa. Aquele caco vermelho chegava a ser engraçado, tão rubro quanto o meu sangue. A embalagem do perfume tinha sido uma rosa, agora era uma arma. Minha arma.
Olhei para frente e vi, mas dessa vez eu tive certeza. Era ele, e ele me chamava para perto de si.
O acidente tinha tirado de mim tudo o que eu mais precisava. O helicóptero que ele sonhava pilotar tinha caído e arrancado nossas vidas.
Eu já não chorava.
Peguei o caco de vidro com a mão direita e encostei no pulso da esquerda. Sem pensar muito, apliquei todas as minhas forças, todas as minhas dores e todos os meus desesperos naquele golpe final contra o fantasma que eu chamava, nas últimas semanas, de vida. Senti a ponta de vidro rasgando minha pele, minha carne e minhas veias, enquanto eu estraçalhava meu braço. Gritei.
Senti o fantasma da minha vida desvanecendo junto com o sangue que escorria e já tingia a cerâmica da suíte de um vermelho muito escuro. Soltei o pedaço de vidro e caí sobre a minha própria tinta rubra no chão. Fechei os olhos.
Só então eu acordei e vi ele, sentado ao meu lado. Me olhava como me olhou da primeira vez. Seus olhos, contas negras que revelam o infinito. E eu estava ali, no lugar que sempre pertenci desde a criação dos tempos. Nem Céu, nem Inferno. Um paraíso, só nosso, por toda a eternidade.
Me lembrei do dia que nos conhecemos, eu almoçando comida japonesa com o pessoal da faculdade e ele tomando uma Guinness num barzinho ao lado, na Rua 24 horas. Ele me olhava, de um jeito que nunca tinham me olhado antes, quase como se eu fosse uma obra de arte a ser contemplada e a ser devorada também. Sempre o mesmo olhar malicioso e pervertido, divertido e desejoso. Me sentia uma deusa não tão santa. Eu era má.
No banheiro da nossa suíte, um quarto de hotel no centro - cenário de muitas noites mal dormidas e bem aproveitadas; eu via o quanto o espelho agora era frio, quando eu finalmente percebia que não tinha mais ninguém me esperando encostado no caixilho da porta, sorrindo. Abaixei a cabeça e chorei.
Senti o seu perfume, seu toque uma última vez. Ele me abraçava e me dizia, com um português de forte sotaque irlandês, que tudo estava bem. Me virei depressa demais tentando ainda ver, com um fio de esperança, seus cabelos castanho-claros desgrenhados, mas era uma ilusão. No desespero de amar, eu havia quebrado um frasco de colônia.
Ajoelhei, e peguei um daqueles cacos de vidro estilhaçados no chão. Era a colônia que ele tinha me dado, quando dividimos pela primeira vez um quarto de hotel, em Londres. Ele adorava quando eu usava aquele perfume. Nossas madrugadas londrinas eram insanas, ao som de Iron Maiden e Ramones. Todos os dias, ele me acordava, me beijava e me amava e tudo o que eu podia fazer era nada. Só permitia.
Tudo agora na minha vida era uma ilusão.
Hoje, eu acordei cedo e fui ver o mundo pela janela. Eu vi o nascer do sol, eu vi a cidade acordar sob meus olhos, eu vi o fluxo de carros se intensificando conforme as pessoas iam despertando e indo trabalhar. Eu vi a Torre Panorâmica brilhando na manhã e eu vi a Serra do Mar, sempre quieta e impassível. E, naquele momento, eu desisti.
O pedaço de vidro era frio nos meus dedos, e o cheiro de colônia era forte. Era francesa. Aquele caco vermelho chegava a ser engraçado, tão rubro quanto o meu sangue. A embalagem do perfume tinha sido uma rosa, agora era uma arma. Minha arma.
Olhei para frente e vi, mas dessa vez eu tive certeza. Era ele, e ele me chamava para perto de si.
O acidente tinha tirado de mim tudo o que eu mais precisava. O helicóptero que ele sonhava pilotar tinha caído e arrancado nossas vidas.
Eu já não chorava.
Peguei o caco de vidro com a mão direita e encostei no pulso da esquerda. Sem pensar muito, apliquei todas as minhas forças, todas as minhas dores e todos os meus desesperos naquele golpe final contra o fantasma que eu chamava, nas últimas semanas, de vida. Senti a ponta de vidro rasgando minha pele, minha carne e minhas veias, enquanto eu estraçalhava meu braço. Gritei.
Senti o fantasma da minha vida desvanecendo junto com o sangue que escorria e já tingia a cerâmica da suíte de um vermelho muito escuro. Soltei o pedaço de vidro e caí sobre a minha própria tinta rubra no chão. Fechei os olhos.
Só então eu acordei e vi ele, sentado ao meu lado. Me olhava como me olhou da primeira vez. Seus olhos, contas negras que revelam o infinito. E eu estava ali, no lugar que sempre pertenci desde a criação dos tempos. Nem Céu, nem Inferno. Um paraíso, só nosso, por toda a eternidade.
domingo, 27 de maio de 2012
Rotas Aéreas
Sempre gostei de observar aviões.
E agora, mais que nunca, teria a oportunidade de ficar o dia inteiro olhando para eles, se quisesse. Morar relativamente próximo ao Aeroporto me proporciona ouvir o barulho que eles fazem quando estão em baixa altitude, normalmente quando pousam. Descobri, por dedução, que no céu sobre a minha casa há uma rota de pouso.
Hoje, lá pelas 19h, subi no último andar da casa, lugar que eu chamo de A Torre, coloquei o fone de ouvido, liguei o celular e deixei as músicas tocando randomicamente. Abri a janela e fiquei observando o trânsito frenético da Comendador Franco, a uns 500m de onde eu estava e, que mesmo a essa pequena distância, não faz tanto barulho quanto parece. De repente, ouço um barulho de avião (mesmo com o fone de ouvido, que tinha volume baixo) e olho para a esquerda, de onde vem surgindo duas luzes vermelhas e uma branca, piscando. Fiquei observando, obviamente aquele avião estava decolando, tinha baixa altitude e estava subindo, vindo na direção em que me encontrava. Quanto mais eu olhava, mais parecia que estava traçando um curso para o norte. Quando, do nada, virou para o oeste e começou a fazer um "balão" aéreo. Enquanto isso, surgiu outro avião logo atrás, que começou a fazer o mesmo percurso. Estava tocando Hard to Starboard nos meus ouvidos. Sensação estranha essa que eu senti. Pensei que naqueles dois aviões poderiam haver pessoas que estavam deixando suas casas e famílias aqui e que jamais voltariam. Talvez tivessem pessoas indo para uma simples reunião de negócios em outra cidade e amanhã já estariam aí novamente. Ou então, pessoas que estavam fazendo suas tão sonhadas viagens ao exterior, dentro de uma aeronave pela primeira vez.
Imaginei tudo isso ouvindo uma das músicas mais desesperadoras que eu conheço. Senti que um dia poderia ser eu, ali em um daqueles aviões, fazendo exatamente a mesma rota aérea que eles, deixando minha família, minha terra, tudo o que eu conheço, para me jogar de cabeça no sonho que desde criança tenho de viver algum tempo fora do Brasil. Em Belfast - hardtostarboard,hardtostarboard tocando -, Frankfurt ou Vancouver. Maldito desespero e sensação de vazio, pânico. A música dava um tom bem dramático em tudo. A Torre estava escura, não havia luz lá em cima que eu pudesse acender. Parecia mesmo que era eu lá no ar, voando para longe, deixando tudo para trás. Podia sentir meus dedos molhados na face e depois ver as lágrimas brilhando na minha mão, pela luz bruxuleante da rua.
Suponho que foi nesse momento que o último avião estava já tão alto que quase não era mais possível ver suas luzes piscando, já tinha há muito terminado seu contorno aéreo e agora rumava para leste. Antes eu havia me perguntado porque esses aviões tinham que fazer essa manobra, sendo que seria muito mais fácil virar direto para a direita, sentido leste, mas depois pensei que devia ser por algum bom motivo de segurança que eu desconheço. Mas, de qualquer modo, eu continuava seguindo com o olhar as luzes da segunda aeronave, ainda imaginando que eu estava lá dentro, enquanto Hard to Starboard estava em seus segundos finais. No exato momento em que, mesmo me contorcendo ao máximo pela janela para continuar vendo o avião e ele desapareceu escondido pelo telhado da casa, a música melancólica acabou e começou a tocar a divertida Misunderstood. Foi perfeito. Foi exato.
Fui invadida pela sensação de "pegadinha do Malandro" e acabei me perguntando como fiquei tão diferente durante os 6'51'' de Hard to Starboard. Lembrei como algumas músicas tem um poder incrível de alterar estados de espírito.
Enfim, mesmo após isso, não desisti do meu sonho de viajar para longe. A sensação de vazio foi aterrorizante, mas acho que isso as vezes é necessário para te por no chão e te lembrar que por mais perfeitos que pareçam os sonhos, eles não são um mar de rosas. (Ai que bontinho isso, tããão clichê!)
Não importa, talvez tudo isso tenha sido um mal entendido.
domingo, 31 de julho de 2011
Obrigada Joanne Kathleen.
Ontem, fui ver o encerramento de algo que acompanhou minha infância. Cresci, evoluí e amadureci um pouco com cada um deles. Obrigada Joanne Kathleen Rowling por ter escrito uma das maiores estórias de literatura fantástica que a humanidade já viu. Obrigada por ter trazido um pouco mais de magia para a minha vida.
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Os fortes já sabem do que eu estou falando.
Harry Potter cresceu comigo. A cada novo livro publicado, a cada filme lançado eu via refletida uma fase de mim mesma. Me lembro claramente quando Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban foi lançado no cinema, embora eu não tenha assistido nas telonas, recordo que havia uma boneca da Tia Guida parecendo um balão na entrada do cinema no Shopping Curitiba. Cada um desses momentos marcaram muito bem minha vida.
Só comecei a assistir a saga no cinema a partir de Harry Potter e o Cálice de Fogo que marcou por ser, na minha opinião, um dos melhores filmes.
Li todos os livros, mas não vou dizer que sou uma Potteriana, viciada. Não sou, nunca fui. Sempre gostei muito de Harry Potter, mas não tenho meu quarto forrado de posters ou símbolos e insígnias das quatro casas de Hogwarts. Mas devo admitir que senti uma dor, um vazio, quando o último filme acabou, ali naquela tela enorme do cinema IMAX do Palladium. Fiquei ali sentada, vendo os créditos passarem, levando com eles um pedacinho de mim, da minha infância. Vi que tinha acabado, não haveriam novas histórias, não haveriam novos desafios para Harry, Ron, Hermione. De certo modo, quando o filme acabou, foi o momento que dei adeus a minha infância. Isso mesmo, aos 16 anos de idade, nos fim de Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2, foi o momento que eu senti que minha fase infantil tinha mesmo acabado, porque após já ter lido os livros, o filme era tudo o que ainda me restava de aquilo que acompanhou meu crescimento. A menina que um dia brincou de duelos bruxos com os amigos no estacionamento do conjunto residencial em que morava, com um pedaço de pau como varinha, tinha morrido.
Harry Potter acabou, assim, sem mais nem menos, sem dar explicações, levando os sonhos fantásticos de uma geração... que direito tinham de fazer isso com a gente?
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Sei que mesmo eu tendo escrito tudo isso, para todos os que verdadeiramente acompanharam e guardam essa história incrível nos seus corações, Harry Potter não acabou. Nunca acabará. Estará sempre conosco, nos acompanhando em cada lição que aprendemos lendo esses livros, tais como: amor, amizade e lealdade são fundamentais e indestrutíveis, capazes de acabar até mesmo com a Maldade Absoluta.
Eu sei que se algum dia eu tiver filhos, eu vou ler Harry Potter para eles antes de irem dormir, para poderem sonhar que um dia receberão uma cartinha de Hogwarts os convidando para viver em um mundo de magia que toda a minha geração sonhou. Esse será meu legado para meus filhos, o mundo fantástico que acompanhou meus sonhos.
E como um amigo meu colocou no sub-nick: "Harry Potter só acabará para os trouxas".
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Os fortes já sabem do que eu estou falando.
Harry Potter cresceu comigo. A cada novo livro publicado, a cada filme lançado eu via refletida uma fase de mim mesma. Me lembro claramente quando Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban foi lançado no cinema, embora eu não tenha assistido nas telonas, recordo que havia uma boneca da Tia Guida parecendo um balão na entrada do cinema no Shopping Curitiba. Cada um desses momentos marcaram muito bem minha vida.
Só comecei a assistir a saga no cinema a partir de Harry Potter e o Cálice de Fogo que marcou por ser, na minha opinião, um dos melhores filmes.
Li todos os livros, mas não vou dizer que sou uma Potteriana, viciada. Não sou, nunca fui. Sempre gostei muito de Harry Potter, mas não tenho meu quarto forrado de posters ou símbolos e insígnias das quatro casas de Hogwarts. Mas devo admitir que senti uma dor, um vazio, quando o último filme acabou, ali naquela tela enorme do cinema IMAX do Palladium. Fiquei ali sentada, vendo os créditos passarem, levando com eles um pedacinho de mim, da minha infância. Vi que tinha acabado, não haveriam novas histórias, não haveriam novos desafios para Harry, Ron, Hermione. De certo modo, quando o filme acabou, foi o momento que dei adeus a minha infância. Isso mesmo, aos 16 anos de idade, nos fim de Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2, foi o momento que eu senti que minha fase infantil tinha mesmo acabado, porque após já ter lido os livros, o filme era tudo o que ainda me restava de aquilo que acompanhou meu crescimento. A menina que um dia brincou de duelos bruxos com os amigos no estacionamento do conjunto residencial em que morava, com um pedaço de pau como varinha, tinha morrido.
Harry Potter acabou, assim, sem mais nem menos, sem dar explicações, levando os sonhos fantásticos de uma geração... que direito tinham de fazer isso com a gente?
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Sei que mesmo eu tendo escrito tudo isso, para todos os que verdadeiramente acompanharam e guardam essa história incrível nos seus corações, Harry Potter não acabou. Nunca acabará. Estará sempre conosco, nos acompanhando em cada lição que aprendemos lendo esses livros, tais como: amor, amizade e lealdade são fundamentais e indestrutíveis, capazes de acabar até mesmo com a Maldade Absoluta.
Eu sei que se algum dia eu tiver filhos, eu vou ler Harry Potter para eles antes de irem dormir, para poderem sonhar que um dia receberão uma cartinha de Hogwarts os convidando para viver em um mundo de magia que toda a minha geração sonhou. Esse será meu legado para meus filhos, o mundo fantástico que acompanhou meus sonhos.
E como um amigo meu colocou no sub-nick: "Harry Potter só acabará para os trouxas".
sábado, 14 de maio de 2011
Alter-ego - O lugar que eu chamei de mãe.
A cada minuto que passa, amo mais esse lugar.
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Não me pergunte como isso funciona, não sei explicar.
É mais que um sentimento, é mais que um orgulho, é muito mais do que uma simples lição de cidadania.
É Curitiba.
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Isso parece muito bobo, e para alguns, idiotice. Mas eu não dou a mínima para o que os outros pensam sobre mim ou sobre o que eu sinto. Eu vejo quando percorro essas ruas, ando nesses parques ou olho esses pinheiros, sei que não existe outro lugar no mundo em que eu me sinta tão bem quanto aqui. A cada dia frio e chuvoso, sei que é como se ela estivesse refletindo o que eu estou passando. Talvez minha cidade seja tão bipolar quanto eu.
Eu nasci aqui. Fui criada entre edíficios e biarticulados, entre o Jardim Botânico e um pôr do sol na Torre Panoramica. Entre um ligeirinho lotado no horário de pico e um terminal vazio no sábado de manhã. Talvez seja por isso que eu goste muito mais da cidade do que do campo. Não é pela praticidade que ela me oferece e sim por ser o único habitat que eu de fato me identifiquei. Adoro viajar para longe da selva de pedra que as vezes me é uma tortura, porém ficar tempo demais sem ver a agitação e os congestionamentos diários da cidade grande é pior do que andar descalça em ferro quente. E não é qualquer cidade grande. É apenas uma.
Andar em Curitiba, para mim, é como me manter em contato e pura sintonia com o que eu mais preciso na Terra. Quanto mais eu desbravo essas vielas que já passei mil vezes, mais eu me sinto filha desse lugar, filha desse chão, filha de Curitiba.
Estações-tubo, filas, trânsito, favelas, Linha Verde, calçadas ruins... amo cada centímetro do lugar que chamo de "mãe".
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Estou aqui falando do dia a dia, da rotina que a maioria esmagadora da população não vê. Nunca encontrei ninguém que visse uma cidade como eu vejo, como se ela fosse viva. As pessoas apenas passam por um lugar, andam por uma rua. Eu não. Eu vejo cada avenida como uma artéria, pulsante, cheia de luz e graça, de prazer e desprazer, de cores e de tons, independente e também dependente de cada passante, um passante que não liga e não vê o que eu vejo.
Eu vejo todo lugar assim, embora eu só me apegue e me sinta nativa de Curitiba.
-------------------
Com esse texto, eu não pretendo expor minha cidade para visitantes, não estou aqui falando dos pontos turísticos ou dos lugares bonitos. Não é minha intenção fazer uma propaganda para ninguém, dizendo que Curitiba é perfeita para todos - embora seja para mim. A verdadeira intenção pela qual esse texto foi concebido é para falar dos meus sentimentos pela Terra dos Pinheirais, é como se fosse uma óde para a cidade, e não exatamente da cidade. É como se fosse uma carta para a própria Curitiba ler.
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Não me pergunte como isso funciona, não sei explicar.
É mais que um sentimento, é mais que um orgulho, é muito mais do que uma simples lição de cidadania.
É Curitiba.
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Isso parece muito bobo, e para alguns, idiotice. Mas eu não dou a mínima para o que os outros pensam sobre mim ou sobre o que eu sinto. Eu vejo quando percorro essas ruas, ando nesses parques ou olho esses pinheiros, sei que não existe outro lugar no mundo em que eu me sinta tão bem quanto aqui. A cada dia frio e chuvoso, sei que é como se ela estivesse refletindo o que eu estou passando. Talvez minha cidade seja tão bipolar quanto eu.
Eu nasci aqui. Fui criada entre edíficios e biarticulados, entre o Jardim Botânico e um pôr do sol na Torre Panoramica. Entre um ligeirinho lotado no horário de pico e um terminal vazio no sábado de manhã. Talvez seja por isso que eu goste muito mais da cidade do que do campo. Não é pela praticidade que ela me oferece e sim por ser o único habitat que eu de fato me identifiquei. Adoro viajar para longe da selva de pedra que as vezes me é uma tortura, porém ficar tempo demais sem ver a agitação e os congestionamentos diários da cidade grande é pior do que andar descalça em ferro quente. E não é qualquer cidade grande. É apenas uma.
Andar em Curitiba, para mim, é como me manter em contato e pura sintonia com o que eu mais preciso na Terra. Quanto mais eu desbravo essas vielas que já passei mil vezes, mais eu me sinto filha desse lugar, filha desse chão, filha de Curitiba.
Estações-tubo, filas, trânsito, favelas, Linha Verde, calçadas ruins... amo cada centímetro do lugar que chamo de "mãe".
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Estou aqui falando do dia a dia, da rotina que a maioria esmagadora da população não vê. Nunca encontrei ninguém que visse uma cidade como eu vejo, como se ela fosse viva. As pessoas apenas passam por um lugar, andam por uma rua. Eu não. Eu vejo cada avenida como uma artéria, pulsante, cheia de luz e graça, de prazer e desprazer, de cores e de tons, independente e também dependente de cada passante, um passante que não liga e não vê o que eu vejo.
Eu vejo todo lugar assim, embora eu só me apegue e me sinta nativa de Curitiba.
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Com esse texto, eu não pretendo expor minha cidade para visitantes, não estou aqui falando dos pontos turísticos ou dos lugares bonitos. Não é minha intenção fazer uma propaganda para ninguém, dizendo que Curitiba é perfeita para todos - embora seja para mim. A verdadeira intenção pela qual esse texto foi concebido é para falar dos meus sentimentos pela Terra dos Pinheirais, é como se fosse uma óde para a cidade, e não exatamente da cidade. É como se fosse uma carta para a própria Curitiba ler.
sábado, 7 de maio de 2011
Fidelidade.
Eu juro nunca jurar fidelidade total a alguém.
--------------------
Quem nunca se decepcionou?
Quem nunca achou que iria ser para sempre?
Quem nunca disse "eu te amo" para a pessoa errada?
--------------------
É, a vida não vem com manual de instruções. É viver e quebrar a cara. É rir e chorar. É amar e ser amado (ou não).
Já me apeguei demais, me decepcionei muito, já chorei muito, já gritei muito. Eu tive que aprender dos piores modos que minha felicidade não pode depender de alguém.
Se arrepender de dizer "eu te amo" é um dos piores sentimentos. Se arrepender de ter falado demais, talvez cedo demais, é um sentimento de raiva de si mesmo, de vazio.
"Eu quero sempre mais. Eu espero sempre mais de ti."
Isso acontece com todo mundo. Se você ainda não passou por isso, pode ter certeza que, mais cedo ou mais tarde, você vai passar. Só que existem pessoas muito azaradas, que tem a oportunidade de passar várias vezes por isso.
Já jurei estar para sempre estar do seu lado. Sou fiel ao que prometo. Ainda estou aqui e aqui para sempre vou ficar. Eu jurei. Só porque você nunca mais veio atrás, não significa que eu te esqueci, não significa que não estarei aqui se você precisar. Eu te jurei a eternidade e vou ser fiel. Se precisar, aqui estarei. Para sempre GCA.
Mas por já ter prometido algo que, apesar de fiel, apenas me machucou, passei a tomar o cuidado de nunca mais me comprometer com alguém assim. Me apego sim, mas nunca disse para mais ninguém que eu estaria aqui para sempre. E eu não vou estar. Isso, eu jurei para mim mesma.
"Para que correr atrás, se ela sempre volta?" devem pensar eles. E eu disse "Eu sempre volto, mas um dia, isso não vai acontecer". Esse dia está próximo. Eu não te jurei fidelidade. Eu não jurei estar aqui para sempre. E isso não é drama, é dor. Não é ciúme, é medo. Não são palavras, são sentimentos. Eu não quero partir, eu não quero, mas eu não vou pensar duas vezes se isso for para o meu bem. De fato, já pensei até demais. Esse, é meu último aviso. E se eu for, dessa vez, eu não volto.
Eu realmente espero que tudo isso que você me disse seja verdade, que você se importe. Porque eu me importo, muito. Mas eu não vou hesitar mais, nunca mais.
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Quem nunca se decepcionou?
Quem nunca achou que iria ser para sempre?
Quem nunca disse "eu te amo" para a pessoa errada?
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É, a vida não vem com manual de instruções. É viver e quebrar a cara. É rir e chorar. É amar e ser amado (ou não).
Já me apeguei demais, me decepcionei muito, já chorei muito, já gritei muito. Eu tive que aprender dos piores modos que minha felicidade não pode depender de alguém.
Se arrepender de dizer "eu te amo" é um dos piores sentimentos. Se arrepender de ter falado demais, talvez cedo demais, é um sentimento de raiva de si mesmo, de vazio.
"Eu quero sempre mais. Eu espero sempre mais de ti."
Isso acontece com todo mundo. Se você ainda não passou por isso, pode ter certeza que, mais cedo ou mais tarde, você vai passar. Só que existem pessoas muito azaradas, que tem a oportunidade de passar várias vezes por isso.
Já jurei estar para sempre estar do seu lado. Sou fiel ao que prometo. Ainda estou aqui e aqui para sempre vou ficar. Eu jurei. Só porque você nunca mais veio atrás, não significa que eu te esqueci, não significa que não estarei aqui se você precisar. Eu te jurei a eternidade e vou ser fiel. Se precisar, aqui estarei. Para sempre GCA.
Mas por já ter prometido algo que, apesar de fiel, apenas me machucou, passei a tomar o cuidado de nunca mais me comprometer com alguém assim. Me apego sim, mas nunca disse para mais ninguém que eu estaria aqui para sempre. E eu não vou estar. Isso, eu jurei para mim mesma.
"Para que correr atrás, se ela sempre volta?" devem pensar eles. E eu disse "Eu sempre volto, mas um dia, isso não vai acontecer". Esse dia está próximo. Eu não te jurei fidelidade. Eu não jurei estar aqui para sempre. E isso não é drama, é dor. Não é ciúme, é medo. Não são palavras, são sentimentos. Eu não quero partir, eu não quero, mas eu não vou pensar duas vezes se isso for para o meu bem. De fato, já pensei até demais. Esse, é meu último aviso. E se eu for, dessa vez, eu não volto.
Eu realmente espero que tudo isso que você me disse seja verdade, que você se importe. Porque eu me importo, muito. Mas eu não vou hesitar mais, nunca mais.
And I will love you, baby, always
And I'll be there for eternity, always
I'll be there till the stars don't shine
Till the heavens burst and the words don't rhyme
And I know when i die, you'll be on my mind
And I love you, always.
domingo, 6 de março de 2011
Carnaval e a cultura. Carnaval e a alienação.
É Carnaval minha gente!
Tá, e daí?
-----------------
Não me entenda mal. Não é que eu não gosto de Carnaval, é que eu odeio mesmo Carnaval.
Todo ano que chega, vem com essa "festa popular" já embutida em seus dias. Se houvesse apenas um motivo para que eu tivesse algum tipo de simpatia por essa putaria-generalizada-politicamente-correta seria porque durante esses dias eu não tenho que ir para o colégio.
Eu vi um vídeo de uma jornalista paraibana que disse exatamente o que eu penso sobre o Carnaval e com isso, causou polêmica: Comentário de Rachel Sheherazade sobre o Carnaval. Mas é difícil acreditar que alguém esclarecido ache polêmico e anti-cultural o que ela falou, já que se todo o contexto disso for analisado, estará claro que ela falou a verdade.
Com isso também puxo para análise o vídeo do Felipe Neto sobre Micaretas. Eu acho que ele passou um pouco dos limites dizendo que micareteiros são todos vagabundos e vagabundas (se bem que...), mas lendo os comentários públicos, achei interessante algumas pessoas falando que ele era contra a sua própria cultura, já que cultura é definida pelo povo, e consequentemente, ele era contra o seu próprio povo. E eu não discordo, sou contra minha cultura e meu povo.
Porque se pelo simples fato de ter nascido em solo brasileiro, eu sou obrigada a aceitar garganta abaixo um festival de putaria, com pessoas nuas e semi-nuas, sambando ao som de uma música de completa conotação sexual, eu fico feliz de ser anti meu próprio povo.
Se fosse só isso, até que seria apenas vergonha alheia que eu sentiria. Mas quando ligo a TV e vejo todo o tipo de mazela humana, acontecendo por culpa dessa festa onde tudo é permitido e ninguém parece ter muita consciência do que faz, eu não fico envergonhada, eu fico apavorada.
Um cara matou 16 pessoas e feriu mais de 50 por ter jogado uma serpentina na rede elétrica. Deve ter sido acidente, mas um pouco mais de consciência e menos alienação, poderia ter salvado a vida de 16 pessoas.
Uma garota caiu do trio elétrico ao se abaixar para não encostar nos fios de eletricidade. Traumatismo crâniano e outras lesões. Morreu. Que morte mais boba, que poderia ser evitada.
Entre outras coisas.
Talvez seja por isso que eu não gosto de Carnaval.
Minha prima foi esses dias para o Rio e ela disse que querendo ou não, isso é cultura brasileira, toda essa festa. Que talvez eu, como uma fria curitibana, não consiga entender o porquê de tanta comoção carnavalesca, mas alguém que realmente é envolvido, sinta a força do Carnaval.
É talvez seja isso. Mas mesmo assim, não posso ser a favor de todo o custo que isso tem. De vidas e de dinheiro público.
Tá, e daí?
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Não me entenda mal. Não é que eu não gosto de Carnaval, é que eu odeio mesmo Carnaval.
Todo ano que chega, vem com essa "festa popular" já embutida em seus dias. Se houvesse apenas um motivo para que eu tivesse algum tipo de simpatia por essa putaria-generalizada-politicamente-correta seria porque durante esses dias eu não tenho que ir para o colégio.
Eu vi um vídeo de uma jornalista paraibana que disse exatamente o que eu penso sobre o Carnaval e com isso, causou polêmica: Comentário de Rachel Sheherazade sobre o Carnaval. Mas é difícil acreditar que alguém esclarecido ache polêmico e anti-cultural o que ela falou, já que se todo o contexto disso for analisado, estará claro que ela falou a verdade.
Com isso também puxo para análise o vídeo do Felipe Neto sobre Micaretas. Eu acho que ele passou um pouco dos limites dizendo que micareteiros são todos vagabundos e vagabundas (se bem que...), mas lendo os comentários públicos, achei interessante algumas pessoas falando que ele era contra a sua própria cultura, já que cultura é definida pelo povo, e consequentemente, ele era contra o seu próprio povo. E eu não discordo, sou contra minha cultura e meu povo.
Porque se pelo simples fato de ter nascido em solo brasileiro, eu sou obrigada a aceitar garganta abaixo um festival de putaria, com pessoas nuas e semi-nuas, sambando ao som de uma música de completa conotação sexual, eu fico feliz de ser anti meu próprio povo.
Se fosse só isso, até que seria apenas vergonha alheia que eu sentiria. Mas quando ligo a TV e vejo todo o tipo de mazela humana, acontecendo por culpa dessa festa onde tudo é permitido e ninguém parece ter muita consciência do que faz, eu não fico envergonhada, eu fico apavorada.
Um cara matou 16 pessoas e feriu mais de 50 por ter jogado uma serpentina na rede elétrica. Deve ter sido acidente, mas um pouco mais de consciência e menos alienação, poderia ter salvado a vida de 16 pessoas.
Uma garota caiu do trio elétrico ao se abaixar para não encostar nos fios de eletricidade. Traumatismo crâniano e outras lesões. Morreu. Que morte mais boba, que poderia ser evitada.
Entre outras coisas.
Talvez seja por isso que eu não gosto de Carnaval.
Minha prima foi esses dias para o Rio e ela disse que querendo ou não, isso é cultura brasileira, toda essa festa. Que talvez eu, como uma fria curitibana, não consiga entender o porquê de tanta comoção carnavalesca, mas alguém que realmente é envolvido, sinta a força do Carnaval.
É talvez seja isso. Mas mesmo assim, não posso ser a favor de todo o custo que isso tem. De vidas e de dinheiro público.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Novo Ano, novas esperanças e a mesma decepção.
Primeira postagem do ano, e mais uma vez... nada de novo.
Eu até gosto do início do ano, é tudo festa, tudo diversão e tudo se resume a promessas de que será tudo melhor... mas sei lá, sempre me bate um puta desamino. Não sei muito bem porquê, mas creio que seja a visão de que começa tudo de novo: aula, trabalho, rotina, etc e talz.
Ah é, sempre que vou marcar uma data em alguma coisa, por algum motivo que desconheço, odeio escrever Janeiro ou Fevereiro, não gosto de datar o início do ano. É estranho demais. Só me sinto mais confortável após o mês de Maio, o ano já tá quase na metade. E sinceramente eu amo escrever Outubro e Novembro, são meus meses prediletos, aulas acabando e férias à vista. Pior ainda, é que no comecinho de qualquer ano, quase todo mundo sempre marca o ano anterior nas coisas que devem preencher.
Mas não é sobre isso que quero falar.
Quero falar mesmo são sobre aqueles desejos e resoluções de Fim de Ano que acho que todo mundo faz.
É um "te desejo paz" pra lá, "desejamos que seu ano seja tudo de bom" pra cá e esse tipo de ladainha que qualquer ser nesse planeta já ouviu falar. Isso acontece muito na TV, nós vemos aquele bando de ator, sub-celebridade, jornalista e Xuxa desejando para todos os telespectadores que eles nunca viram na vida um "Feliz Natal e próspero Ano Novo cheio de paz e realizações na sua vida" e isso até que é legal, se eu não soubesse que no ano que se inicia inúmeras desgraças que sempre acontecem, vão acontecer novamente.
Eu sei que eu vou continuar ligando a TV em 2011 e vou ver muita violência. Eu sei que vou abrir um jornal em 2011 e ainda vou ler tragédias. Eu sei que vou ligar o rádio em 2011 e vou ouvir mais uma modinha adolescente escrota (desde que a MTV não passe isso, por mim tudo bem! Mas o pior é que passa...). E eu também sei que vou assistir o Brasil Urgente com o Datena em 2011 e vou ver a mais pura desgraça que acontece diariamente em São Paulo. E sob o comando de Dilma Rousseff (PUTA DESGRAÇA).
Sei lá. Não é querer ser pessimista demais (mas já sendo, e todo mundo que ler isso sabe que eu não estou mentindo) mas eu sempre sinto uma certa angústia quando vejo a queima de fogos que anuncia a chegada de um novo ano, porque as pessoas esquecem que fizeram votos de mudar e serem melhores e voltam a seguir a velha vida, a velha rotina, e a velha indiferença ao sofrimento alheio. Pelo menos a grande maioria é assim.
Mas existem coisas que realmente são boas, pessoas que realmente mudam e fazem a diferença. Não deixam a promessa só no papel (ou na memória). E são elas, somente elas, que fazem o mundo mudar, cada ano ser diferente (só um pouco diferente). E também são elas que dão a oportunidade - e a esperança - de que quando o ano chegue ao fim, outras pessoas inertes façam suas promessas vazias e continuem suas vidas, vazias.
------------//-------------
Mas eu agradeço a Deus pelo meu maravilhoso 2010 e peço a Ele um novo 2011, com tantas oportunidades quanto o ano anterior, e desde já agradeço.
E numa tentativa de que mais pessoas consigam fazer a diferença, peço também a Ele, um 2011 cheio de mudanças para todo aquele que verdadeiramente queira mudar.
Eu até gosto do início do ano, é tudo festa, tudo diversão e tudo se resume a promessas de que será tudo melhor... mas sei lá, sempre me bate um puta desamino. Não sei muito bem porquê, mas creio que seja a visão de que começa tudo de novo: aula, trabalho, rotina, etc e talz.
Ah é, sempre que vou marcar uma data em alguma coisa, por algum motivo que desconheço, odeio escrever Janeiro ou Fevereiro, não gosto de datar o início do ano. É estranho demais. Só me sinto mais confortável após o mês de Maio, o ano já tá quase na metade. E sinceramente eu amo escrever Outubro e Novembro, são meus meses prediletos, aulas acabando e férias à vista. Pior ainda, é que no comecinho de qualquer ano, quase todo mundo sempre marca o ano anterior nas coisas que devem preencher.
Mas não é sobre isso que quero falar.
Quero falar mesmo são sobre aqueles desejos e resoluções de Fim de Ano que acho que todo mundo faz.
É um "te desejo paz" pra lá, "desejamos que seu ano seja tudo de bom" pra cá e esse tipo de ladainha que qualquer ser nesse planeta já ouviu falar. Isso acontece muito na TV, nós vemos aquele bando de ator, sub-celebridade, jornalista e Xuxa desejando para todos os telespectadores que eles nunca viram na vida um "Feliz Natal e próspero Ano Novo cheio de paz e realizações na sua vida" e isso até que é legal, se eu não soubesse que no ano que se inicia inúmeras desgraças que sempre acontecem, vão acontecer novamente.
Eu sei que eu vou continuar ligando a TV em 2011 e vou ver muita violência. Eu sei que vou abrir um jornal em 2011 e ainda vou ler tragédias. Eu sei que vou ligar o rádio em 2011 e vou ouvir mais uma modinha adolescente escrota (desde que a MTV não passe isso, por mim tudo bem! Mas o pior é que passa...). E eu também sei que vou assistir o Brasil Urgente com o Datena em 2011 e vou ver a mais pura desgraça que acontece diariamente em São Paulo. E sob o comando de Dilma Rousseff (PUTA DESGRAÇA).
Sei lá. Não é querer ser pessimista demais (mas já sendo, e todo mundo que ler isso sabe que eu não estou mentindo) mas eu sempre sinto uma certa angústia quando vejo a queima de fogos que anuncia a chegada de um novo ano, porque as pessoas esquecem que fizeram votos de mudar e serem melhores e voltam a seguir a velha vida, a velha rotina, e a velha indiferença ao sofrimento alheio. Pelo menos a grande maioria é assim.
Mas existem coisas que realmente são boas, pessoas que realmente mudam e fazem a diferença. Não deixam a promessa só no papel (ou na memória). E são elas, somente elas, que fazem o mundo mudar, cada ano ser diferente (só um pouco diferente). E também são elas que dão a oportunidade - e a esperança - de que quando o ano chegue ao fim, outras pessoas inertes façam suas promessas vazias e continuem suas vidas, vazias.
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Mas eu agradeço a Deus pelo meu maravilhoso 2010 e peço a Ele um novo 2011, com tantas oportunidades quanto o ano anterior, e desde já agradeço.
E numa tentativa de que mais pessoas consigam fazer a diferença, peço também a Ele, um 2011 cheio de mudanças para todo aquele que verdadeiramente queira mudar.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Tocando o foda-se!
Ahh, sempre quis ter motivo pra poder lançar um bom e livre "foda-se!"
Sério, nessas férias resolvi renovar a minha vida, mandando à merda tudo aquilo que eu sempre tinha dó de jogar fora.
Depois que fiz isso, sinto minha vida um pouco mais limpa, mais leve. E é tão bom.
Já que não estou mais estudando, eu disse que ia ler vários livros, viajar um monte, arrumar minha vida e "tocar o foda-se" em tudo o que eu já queria me livrar faz tempo, mas por algum motivo, não tinha coragem. Eu fiz isso, em algumas coisas, e outras ainda estão na lista de espera. Whatever, elas podem esperar mesmo, que se fodam.
Essas férias serão épicas, já disse isso pra mim. Vou assistir aqueles filmes que nunca tive coragem, vou ficar embaixo de uma cachoeira (eu já fiz isso, mas faço de novo), vou encher a cara no reveillon (já fiz isso também).
Resumindo, vou viver. E não vou mais ligar para tudo aquilo que só é um puta empecilho na minha vida. Good bye, old life.
------------//-------------
Lálálálálá... acho o Anakin Skywalker tão lindo antes de virar Darth Vader.
------------//-------------
David Tennant apavora em Single Father. Como em qualquer outro trabalho.
------------//-------------
Bento Ribeiro, meu fumante, bobo, pervertido e lindo VJ *---*
------------//-------------
MTV alegra meu dia, com música, humor e fãs escrotas de Restart fazendo coisas mais escrotas que elas mesmas.
------------//-------------
Titanic está lá, naufragado, pseudo-intacto e continua tão majestoso, do mesmo jeito que estava há 99 anos atrás.
------------//-------------
Para a pessoa que esse post é direcionado: Acho a vida boa demais para ser perdida com você, idiota. =*
Sério, nessas férias resolvi renovar a minha vida, mandando à merda tudo aquilo que eu sempre tinha dó de jogar fora.
Depois que fiz isso, sinto minha vida um pouco mais limpa, mais leve. E é tão bom.
Já que não estou mais estudando, eu disse que ia ler vários livros, viajar um monte, arrumar minha vida e "tocar o foda-se" em tudo o que eu já queria me livrar faz tempo, mas por algum motivo, não tinha coragem. Eu fiz isso, em algumas coisas, e outras ainda estão na lista de espera. Whatever, elas podem esperar mesmo, que se fodam.
Essas férias serão épicas, já disse isso pra mim. Vou assistir aqueles filmes que nunca tive coragem, vou ficar embaixo de uma cachoeira (eu já fiz isso, mas faço de novo), vou encher a cara no reveillon (já fiz isso também).
Resumindo, vou viver. E não vou mais ligar para tudo aquilo que só é um puta empecilho na minha vida. Good bye, old life.
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Lálálálálá... acho o Anakin Skywalker tão lindo antes de virar Darth Vader.
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David Tennant apavora em Single Father. Como em qualquer outro trabalho.
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Bento Ribeiro, meu fumante, bobo, pervertido e lindo VJ *---*
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MTV alegra meu dia, com música, humor e fãs escrotas de Restart fazendo coisas mais escrotas que elas mesmas.
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Titanic está lá, naufragado, pseudo-intacto e continua tão majestoso, do mesmo jeito que estava há 99 anos atrás.
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Para a pessoa que esse post é direcionado: Acho a vida boa demais para ser perdida com você, idiota. =*
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Aquela bagaça que você tem na infância e te marca para a vida toda.
Sabe catapora, varicela, ou qualquer coisa do tipo que você tem na infância, te machuca, arde, coça e você ainda tem lembranças boas dela porque você não precisava ir pra escola quando pegou essa coisa?
Mas também isso te marca, fica cicatriz e você nunca esquece, tanto do lado bom quanto do ruim.
Amizade é uma coisa assim também, tem umas que são marcantes, mas passam tão rápido quanto vieram; tem umas que não tem profundidade para tanto (a grande maioria); mas também tem aqueles diamantes preciosos, raros e inestimáveis e, quando você encontra um desses, daria a vida para não se desfazer deles nunca.
Já tive esses três tipos de amizade, e do último tipo, digamos que só encontrei esse diamante uma vez. E não soube guardar, perdi.
Too late. But I love You.
--------//---------
Se algum dia você ler isso, já que sei que não é assíduo do meu blog, lembre-se: Taim i' ngra leat!
É sério, eu pareço uma patética aqui e todas aquelas vezes que por meio de palavras escritas, que não foram nem mesmo ditas cara a cara, eu tentei recuperar o que eu tinha achado que, a princípio, não tinha valor. Sempre quis ter alguém que estivesse do meu lado para me apoiar naquele momento de maior dificuldade, que dissesse aquela palavrinha mágica no meu ouvido que me faria esquecer tudo a minha volta e saber que essa seria a pessoa com quem eu sempre iria poder contar, e eu não percebi que essa pessoa estava ali, do meu lado. Sinceramente, se eu tivesse uma segunda chance, faria tudo diferente.
Você não era aquela pessoa de dar conselhos geniais (mas os dois melhores conselhos que eu já ouvi de um amigo partiram de você), também não era aquele cara que era gentil e tudo mais, mas sempre foi aquele que dava o melhor abraço apertado quando eu precisava de ajuda. E daí se você desenhou um hentai de Naruto que está até hoje na minha memória? E daí se você às vezes comprava aquele chocolatinho que eu adorava (e nunca mais vi à venda)? E daí se eu colocava canetinhas entre os dedos achando que era o Wolverine pra te deixar marcado de um monte de cor diferente (eu nunca ganhei essa guerrinha, droga!)? E daí...? E daí...? Agora parecem lembranças vazias sem você para torná-las reais de novo. Parece que nada disso nunca existiu, não pelo tom e assunto das nossas atuais conversas. E eu sei, como você mesmo disse, é tudo minha culpa. Meu ciúme, minha neura, minha idiotice.
Eu continuei, mas toda vez que olho pra coisas que me lembram você eu fico mal, nostalgica e lembrando que, se não fosse por mim, poderia ser diferente. Mas hoje você está melhor e sinto um orgulho (com uma pontada de dor) de saber que está tão bem acompanhado. E eu não.
Eu estou sem você, mas fora isso, está tudo bem!
Mas também isso te marca, fica cicatriz e você nunca esquece, tanto do lado bom quanto do ruim.
Amizade é uma coisa assim também, tem umas que são marcantes, mas passam tão rápido quanto vieram; tem umas que não tem profundidade para tanto (a grande maioria); mas também tem aqueles diamantes preciosos, raros e inestimáveis e, quando você encontra um desses, daria a vida para não se desfazer deles nunca.
Já tive esses três tipos de amizade, e do último tipo, digamos que só encontrei esse diamante uma vez. E não soube guardar, perdi.
Too late. But I love You.
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Se algum dia você ler isso, já que sei que não é assíduo do meu blog, lembre-se: Taim i' ngra leat!
É sério, eu pareço uma patética aqui e todas aquelas vezes que por meio de palavras escritas, que não foram nem mesmo ditas cara a cara, eu tentei recuperar o que eu tinha achado que, a princípio, não tinha valor. Sempre quis ter alguém que estivesse do meu lado para me apoiar naquele momento de maior dificuldade, que dissesse aquela palavrinha mágica no meu ouvido que me faria esquecer tudo a minha volta e saber que essa seria a pessoa com quem eu sempre iria poder contar, e eu não percebi que essa pessoa estava ali, do meu lado. Sinceramente, se eu tivesse uma segunda chance, faria tudo diferente.
Você não era aquela pessoa de dar conselhos geniais (mas os dois melhores conselhos que eu já ouvi de um amigo partiram de você), também não era aquele cara que era gentil e tudo mais, mas sempre foi aquele que dava o melhor abraço apertado quando eu precisava de ajuda. E daí se você desenhou um hentai de Naruto que está até hoje na minha memória? E daí se você às vezes comprava aquele chocolatinho que eu adorava (e nunca mais vi à venda)? E daí se eu colocava canetinhas entre os dedos achando que era o Wolverine pra te deixar marcado de um monte de cor diferente (eu nunca ganhei essa guerrinha, droga!)? E daí...? E daí...? Agora parecem lembranças vazias sem você para torná-las reais de novo. Parece que nada disso nunca existiu, não pelo tom e assunto das nossas atuais conversas. E eu sei, como você mesmo disse, é tudo minha culpa. Meu ciúme, minha neura, minha idiotice.
Eu continuei, mas toda vez que olho pra coisas que me lembram você eu fico mal, nostalgica e lembrando que, se não fosse por mim, poderia ser diferente. Mas hoje você está melhor e sinto um orgulho (com uma pontada de dor) de saber que está tão bem acompanhado. E eu não.
Eu estou sem você, mas fora isso, está tudo bem!
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Argh! Aulas.
Enfim, descobri que eu sou abissalmente indecisa.
É sério, às vezes não consigo entender como algumas pessoas tomam decisões importantes tão rápido. Alguns dizem que é a eterna batalha dos sexos: homens tem a capacidade de se decidir com mais facilidade. Mas não muda o fato de que acho que sou mais idiotamente indecisa do que a média feminina.
Sei lá, mas até na hora de pegar um ônibus, fico em dúvida sobre qual caminho seria mais rápido ou me levaria ao destino commenos tentativas de assédio sexual mais "conforto". Outra dúvida lascinante é sobre qual cor de esmalte passar na unha (WTF?). ** Sou retardada!**.
O pior de tudo é que fico desse jeito em assuntos idiotas, mas quando a coisa é séria... É PIOR AINDA!! Nunca entendi muito bem porque sou assim, já pensei em procurar ajuda psicológica, mas sempre considerei psicologia uma piada.
Okay, aí se perguntam: "Tá, e o que essa porcaria toda tem a ver com o título do post?"
E eu respondo: "Nada, mas eu estava indecisa sobre qual título colocar e resolvi por essa coisa imbecil."
Mas, já que me veio isso na cabeça, vou escrever algo que possa até ter alguma relação com o título e o contexto juntos... vai lá.
Estou me ferrando, minhas notas estão perto de se tornarem negativas porque eu fui realmente indecisa.
Por que desgraça eu escolhi o curso mais tenso da UTFPR? **Porque você é retardada e sabe disso! =D**.
Sim, eu me achei em escolher uma coisa que eu sabia que não seria fácil, mas na minha vã inocência achei que daria conta. Não que eu não goste, mas acho que não é bem minha área. Eletrônica é f*da (desculpe Paulo, mas você nem tem aula direito... eletrônica é realmente mais difícil) e eu sabia disso quando marquei na inscrição do Exame de Seleção "CT02 - Eletrônica (Tarde) em Curitiba", mas achava que só os fracos falavam que era realmente trabalhoso. Agora eu sou uma fraca.
Não estou reclamando do curso. Não, eu gosto de eletrônica, só que às vezes - muitas vezes - eu acho que é demais pra mim e que não vou conseguir terminar (não em pelo menos os 4 anos previstos).
Fiquei tão indecisa entre Eletrônica e Gestão que quando escolhi Eletrônica não sabia que estava assinando minha sentença de morte. E agora, graças a droga da minha cabeça que nunca sabe muito bem o que quer, estou tendo as notas mais baixas e a maior carga horária escolar de toda a minha vida. No começo, eu gostava. Mas agora cansa, e não é culpa do curso, da UTF, ou de mais ninguém. É minha, só minha e da minha maldita falta de decisão.
É sério, às vezes não consigo entender como algumas pessoas tomam decisões importantes tão rápido. Alguns dizem que é a eterna batalha dos sexos: homens tem a capacidade de se decidir com mais facilidade. Mas não muda o fato de que acho que sou mais idiotamente indecisa do que a média feminina.
Sei lá, mas até na hora de pegar um ônibus, fico em dúvida sobre qual caminho seria mais rápido ou me levaria ao destino com
O pior de tudo é que fico desse jeito em assuntos idiotas, mas quando a coisa é séria... É PIOR AINDA!! Nunca entendi muito bem porque sou assim, já pensei em procurar ajuda psicológica, mas sempre considerei psicologia uma piada.
Okay, aí se perguntam: "Tá, e o que essa porcaria toda tem a ver com o título do post?"
E eu respondo: "Nada, mas eu estava indecisa sobre qual título colocar e resolvi por essa coisa imbecil."
Mas, já que me veio isso na cabeça, vou escrever algo que possa até ter alguma relação com o título e o contexto juntos... vai lá.
Estou me ferrando, minhas notas estão perto de se tornarem negativas porque eu fui realmente indecisa.
Por que desgraça eu escolhi o curso mais tenso da UTFPR? **Porque você é retardada e sabe disso! =D**.
Sim, eu me achei em escolher uma coisa que eu sabia que não seria fácil, mas na minha vã inocência achei que daria conta. Não que eu não goste, mas acho que não é bem minha área. Eletrônica é f*da (desculpe Paulo, mas você nem tem aula direito... eletrônica é realmente mais difícil) e eu sabia disso quando marquei na inscrição do Exame de Seleção "CT02 - Eletrônica (Tarde) em Curitiba", mas achava que só os fracos falavam que era realmente trabalhoso. Agora eu sou uma fraca.
Não estou reclamando do curso. Não, eu gosto de eletrônica, só que às vezes - muitas vezes - eu acho que é demais pra mim e que não vou conseguir terminar (não em pelo menos os 4 anos previstos).
Fiquei tão indecisa entre Eletrônica e Gestão que quando escolhi Eletrônica não sabia que estava assinando minha sentença de morte. E agora, graças a droga da minha cabeça que nunca sabe muito bem o que quer, estou tendo as notas mais baixas e a maior carga horária escolar de toda a minha vida. No começo, eu gostava. Mas agora cansa, e não é culpa do curso, da UTF, ou de mais ninguém. É minha, só minha e da minha maldita falta de decisão.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Voltando a vida!
Sim pessoas, eu não morri!
Fiquei mais de um mês sem postar aqui. Às vezes, era porque eu não tinha tempo, mas normalmente foi só preguiça e falta de assunto mesmo.
Enfim... voltando a viver. Afinal, as provas deram um tempinho, os trabalhos não estão comparecendo em peso e minha carga horária não está tão ferrada assim. E agora também me deu saudade de aparecer aqui, expressar minha opinião, e por aí.
Ao contrário dos últimos dois posts, não vou falar de mais uma premiação estranha da MTV (bem que poderia, o EMA aconteceu recentemente), mesmo porque não tem nada de importante acontecendo naex-Music Television.
Sem muitas novidades, só estou postando isso aqui pra dizer que não abandonei o blog, nem pretendo fazê-lo muito cedo.
Assim que me der na telha, planejo fazer um post sobre entretenimento geek! Sei lá, postar algo sobre Star Wars, Doctor Who (amo DW *--*), minha futura coleção de mangás, dizer que estou tentando aprender klingon na web, ou apenas zuar um pouco o Darth Vader e achar que tenho um sabre de luz. Afinal de contas, sempre fui uma geek lesada! E gosto disso ^^
Fiquei mais de um mês sem postar aqui. Às vezes, era porque eu não tinha tempo, mas normalmente foi só preguiça e falta de assunto mesmo.
Enfim... voltando a viver. Afinal, as provas deram um tempinho, os trabalhos não estão comparecendo em peso e minha carga horária não está tão ferrada assim. E agora também me deu saudade de aparecer aqui, expressar minha opinião, e por aí.
Ao contrário dos últimos dois posts, não vou falar de mais uma premiação estranha da MTV (bem que poderia, o EMA aconteceu recentemente), mesmo porque não tem nada de importante acontecendo na
Sem muitas novidades, só estou postando isso aqui pra dizer que não abandonei o blog, nem pretendo fazê-lo muito cedo.
Assim que me der na telha, planejo fazer um post sobre entretenimento geek! Sei lá, postar algo sobre Star Wars, Doctor Who (amo DW *--*), minha futura coleção de mangás, dizer que estou tentando aprender klingon na web, ou apenas zuar um pouco o Darth Vader e achar que tenho um sabre de luz. Afinal de contas, sempre fui uma geek lesada! E gosto disso ^^
sábado, 18 de setembro de 2010
VMB sem noção. Pessoas babacas.
OLHA.. CANSEI!
Cansei de ouvir esse povinho idiota, babaca e alienado dizendo que o VMB foi uma merda e que a MTV está indo para o buraco só porque uma bandinha colorida tosca levou 5 Cachorrinhos Dourados.
Esses manés que adoram reclamar de TUDO, ficam enchendo o saco, torrando comunidades no Orkut - e o próprio site da MTV - com reclamações inúteis e insignificantes sobre a prêmiação e sobre o "apoio" que a emissora está dando a essas novas porcarias da música brasileira.
Não quero que vocês ai captem errado a minha idéia. EU ODEIO COLORIDOS!
Mas só quero deixar claro que a MTV quase não tem culpa de um monte de adolescentes idiotas - e que são o futuro da nação - ficarem com os dedos em carne viva, votando pela internet e pelo celular naquela coisa esdrúxula que é a moda colorida, com representantes tão inúteis quanto a própria modinha.
O único erro da MTV foi deixar que o VMB fosse completamente definido pelo público, permitindo assim que essa premiação não fosse mais um reconhecimento para quem realmente tem talento e sim um mérito para quem conseguisse reunir o maior fã-clube que se mobilizasse a perder tempo votando para não sei quantas categorias que tal criatura foi indicada.
Esse foi o erro da MTV.
Não sei vocês, mas eu vejo que praticamente nenhum VJ estava contente em estar entregando aqueles prêmios para o Restart, o que prova que a organização do evento, a emissora e os verdadeiros fãs da MTV não tem culpa nenhuma (ou quase nenhuma), que uma falta de talento dessas levasse o maior prêmio da música brasileira.
Quem tem culpa mesmo, além dos adolescentes rainbow, são as pessoas que reclamam do VMB sem ter moral nenhuma para falar.
Porque a maioria, sem dúvida nenhuma, nem votou no que realmente achava que merecia levar aquele troféu bonitinho, mas ficou esperando o evento acontecer para depois DESCER O CACETE na MTV e no VMB, e depois se achar o "Fuck Yea".
Droga, perdi a compostura! *Foco Patrícia, foco!*
Enfim, eu concordo que Restart não merecia ter levado nenhum daqueles prêmios. O VMB é demais para o "talento" deles. Mas agora, ficar metido a bonzão, reclamando de tudo, também não vai adiantar.
Por isso, o mesmo apelo que eu faço pro pessoal maior de 16 anos nas Eleições 2010, eu também vou fazer para quem se dispõe a votar no VMB: Vote certo! Vote consciente! E se você não soube votar ou não votou, ENTÃO CALE A SUA BOCA! PORQUE VOCÊ NÃO TEM MORAL!
------------
Ah é, antes que eu me esqueça: a parte do humor do VMB para mim estava perfeita. Adnet e Dani como Joel e Luciana, Bento Ribeiro pega a mulher mais feia da festa e ainda se faz de bêbado, Felipe Neto e o agradecimento a "família de VERDADE!", Gaiola das Cabeçudas, entre outras coisas que me fizeram rir e na minha opinião, chegaram a atenuar um pouco a broxante premiação colorida, que não foi decidida pela MTV, nem pela organização do VMB, e sim por pessoas babacas.
Cansei de ouvir esse povinho idiota, babaca e alienado dizendo que o VMB foi uma merda e que a MTV está indo para o buraco só porque uma bandinha colorida tosca levou 5 Cachorrinhos Dourados.
Esses manés que adoram reclamar de TUDO, ficam enchendo o saco, torrando comunidades no Orkut - e o próprio site da MTV - com reclamações inúteis e insignificantes sobre a prêmiação e sobre o "apoio" que a emissora está dando a essas novas porcarias da música brasileira.
Não quero que vocês ai captem errado a minha idéia. EU ODEIO COLORIDOS!
Mas só quero deixar claro que a MTV quase não tem culpa de um monte de adolescentes idiotas - e que são o futuro da nação - ficarem com os dedos em carne viva, votando pela internet e pelo celular naquela coisa esdrúxula que é a moda colorida, com representantes tão inúteis quanto a própria modinha.
O único erro da MTV foi deixar que o VMB fosse completamente definido pelo público, permitindo assim que essa premiação não fosse mais um reconhecimento para quem realmente tem talento e sim um mérito para quem conseguisse reunir o maior fã-clube que se mobilizasse a perder tempo votando para não sei quantas categorias que tal criatura foi indicada.
Esse foi o erro da MTV.
Não sei vocês, mas eu vejo que praticamente nenhum VJ estava contente em estar entregando aqueles prêmios para o Restart, o que prova que a organização do evento, a emissora e os verdadeiros fãs da MTV não tem culpa nenhuma (ou quase nenhuma), que uma falta de talento dessas levasse o maior prêmio da música brasileira.
Quem tem culpa mesmo, além dos adolescentes rainbow, são as pessoas que reclamam do VMB sem ter moral nenhuma para falar.
Porque a maioria, sem dúvida nenhuma, nem votou no que realmente achava que merecia levar aquele troféu bonitinho, mas ficou esperando o evento acontecer para depois DESCER O CACETE na MTV e no VMB, e depois se achar o "Fuck Yea".
Droga, perdi a compostura! *Foco Patrícia, foco!*
Enfim, eu concordo que Restart não merecia ter levado nenhum daqueles prêmios. O VMB é demais para o "talento" deles. Mas agora, ficar metido a bonzão, reclamando de tudo, também não vai adiantar.
Por isso, o mesmo apelo que eu faço pro pessoal maior de 16 anos nas Eleições 2010, eu também vou fazer para quem se dispõe a votar no VMB: Vote certo! Vote consciente! E se você não soube votar ou não votou, ENTÃO CALE A SUA BOCA! PORQUE VOCÊ NÃO TEM MORAL!
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Ah é, antes que eu me esqueça: a parte do humor do VMB para mim estava perfeita. Adnet e Dani como Joel e Luciana, Bento Ribeiro pega a mulher mais feia da festa e ainda se faz de bêbado, Felipe Neto e o agradecimento a "família de VERDADE!", Gaiola das Cabeçudas, entre outras coisas que me fizeram rir e na minha opinião, chegaram a atenuar um pouco a broxante premiação colorida, que não foi decidida pela MTV, nem pela organização do VMB, e sim por pessoas babacas.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
VMA decepcionante.
É, verdade. O VMA desse ano deixou muito mesmo a desejar. O design do palco tava bonitinho, mas o conteúdo lá apresentado foi clichê demais.
Ganhou quem era para ganhar, não teve nenhuma surpresa. Lady GaGa saiu com não sei quantos Astronautas de Prata na mão, acho que 8. Eminem foi outro grande ganhador da noite. Justin Bieber levou o seu prêmio VMA com 16 anos de idade... DEZESSEIS! E, na minha opinião, o talento dele na premiação inteira foi jogar longe a baqueta da bateria que ele estava tocando e também não saber exatamente qual caminho pegar para chegar ao palco na hora que tinha sido anunciado seu nome como ganhador na categoria "Artista Revelação".
Não teve nenhum escândalo, nada que me fizesse correr para twittar a novidade.
Até gostei da apresentação da Rihanna com o Eminem e a música Dog Days Are Over de Florence & the Machine me impressionou, nunca tinha ouvindo antes e agora já tá no meu celular - pelo menos pra isso serviu o VMA. Ah sim, Lady GaGa e suas 4 trocas de roupa - acho que foram isso, se não mais - e seus sapatos incrívelmente estranhos, mas ainda assim, acho que ela foi a personalidade da noite.
Chelsea Handler, a host, para mim, foi deplorávelmente sem graça (exceto na parte da jacuzzi... me rachei de rir!)
E finalizando, o que salvou a minha noite e fez valer a pena ficar até 00:15 assistindo MTV, além de comprar uma briga com o meu pai depois foi, sem dúvida nenhuma, a "cobertura jornalística" de Dani Calabresa e Bento Ribeiro com seus comentários hilários, mandando o Sapunheta para o Chile, pedindo pinga e chá de cogumelo... Quem assistiu o VMA, sabe do que estou falando.
Sinceramente, espero que o VMB seja melhor que o VMA e imploro para as pessoas que ainda estão votando ajudem a não deixar que a grande "Lady GaGa" da premiação brasileira acabe sendo Restart.
Bentooo... canta maaaaaais! Pleease.
Ganhou quem era para ganhar, não teve nenhuma surpresa. Lady GaGa saiu com não sei quantos Astronautas de Prata na mão, acho que 8. Eminem foi outro grande ganhador da noite. Justin Bieber levou o seu prêmio VMA com 16 anos de idade... DEZESSEIS! E, na minha opinião, o talento dele na premiação inteira foi jogar longe a baqueta da bateria que ele estava tocando e também não saber exatamente qual caminho pegar para chegar ao palco na hora que tinha sido anunciado seu nome como ganhador na categoria "Artista Revelação".
Não teve nenhum escândalo, nada que me fizesse correr para twittar a novidade.
Até gostei da apresentação da Rihanna com o Eminem e a música Dog Days Are Over de Florence & the Machine me impressionou, nunca tinha ouvindo antes e agora já tá no meu celular - pelo menos pra isso serviu o VMA. Ah sim, Lady GaGa e suas 4 trocas de roupa - acho que foram isso, se não mais - e seus sapatos incrívelmente estranhos, mas ainda assim, acho que ela foi a personalidade da noite.
Chelsea Handler, a host, para mim, foi deplorávelmente sem graça (exceto na parte da jacuzzi... me rachei de rir!)
E finalizando, o que salvou a minha noite e fez valer a pena ficar até 00:15 assistindo MTV, além de comprar uma briga com o meu pai depois foi, sem dúvida nenhuma, a "cobertura jornalística" de Dani Calabresa e Bento Ribeiro com seus comentários hilários, mandando o Sapunheta para o Chile, pedindo pinga e chá de cogumelo... Quem assistiu o VMA, sabe do que estou falando.
Sinceramente, espero que o VMB seja melhor que o VMA e imploro para as pessoas que ainda estão votando ajudem a não deixar que a grande "Lady GaGa" da premiação brasileira acabe sendo Restart.
sábado, 21 de agosto de 2010
Cruzeiro lembrará 100 anos do naufrágio do Titanic em 2012.
Meu Deus. Morri x.x'
Meu fanatismo por navios é algo realmente sobrenatural, mas o Titanic é simplesmente o apogeu de tudo relacionado a palácio flutuantes.
----- ~ -----
Eu amo navios e praticamente tudo relacionados a eles, desde os cargueiros, passando pelos cruzeiros e finalmente chegando aos transatlânticos. E saber que um belo navio de cruzeiro vai ser fretado para relembrar o naufrágio do maior transatlântico da história é algo mágico para mim.
É claro que eu tenho preferência por algumas classes de navios, afinal, como comparar um potentado transatlântico a um fétido navio de carga?
Mas o que me deixa impressionada com essas crianças de ferro são seus tamanhos colossais, as funcionalidades, os motores imensos e nos casos de navios de passageiros, o luxo.
Um navio como o Queen Mary 2 ou Oasis of the Seas são mais que simples conchas de ferro, e sim, verdadeiras cidades sobre o mar - no caso do Oasis é mais que verdade, já que ele possui uma "réplica" do Central Park em seu interior. Esses navios, por mais novos que sejam, tem história, tem "antepassados".
Até onde eu sei, o projeto do Queen Mary 2 foi baseado em uma falida idéia de construir um Titanic 2, e é o principal transatlântico da Cunard Line, empresa rival da velha White Star Line - dona dos navios da Classe Olympic, classe ao qual o Titanic pertencia. E saber que a atual dona do QM2 já competiu com o RMS Titanic, na década de 10, realmente me impressiona. Não sei porquê, mas me impressiona.
Portanto, os navios podem ter a mais avançada tecnologia, os motores e sistemas anti-colisões de última geração, mas eles sempre serão profundamente entrelaçados com o passado, com a "Época de Ouro dos navios" - a saber, a época antes dos aviões comerciais - e essa Época de Ouro não volta e também não era para todos, e sim para a pequena minoria que podia pagar por um bilhete de primeira classe. Os pobres, não são mais que meros coadjuvantes em tudo que essa Época significou.
Aqueles navios até a 2º Guerra Mundial foram mais que apenas pedaços de ferro flutuantes e sim toda uma era, toda uma história, toda uma geração.
Navios, sempre navios.
----- ~ -----
Cruzeiro lembrará 100 anos do naufrágio do Titanic em 2012.
O que eu não faria para estar nesse cruzeiro? Nem sei.
Essa notícia até mereceu um relance no Furo MTV dessa semana.
Quanto a Titanic, já perdi as contas de quantos filmes, documentários, entre outros já assisti sobre esse navio. Aquele filme que todo mundo conhece com o DiCaprio e a Winslet, não faço a menor idéia de quantas vezes assisti. Nunca, absolutamente nunca deixei de assistir o filme Titanic quando ele passava na TV para ver outra coisa. Não tenho contabilizado quanto dinheiro já gastei em livros, maquetes, DVD's, CD's, etc sobre a história do navio. Já não sei mais quanto tempo gastei passando horas na frente do computador pesquisando qualquer informação, qualquer dado, qualquer conhecimento sobre Titanic que me atraísse.
Livros sobre, todos lidos. Matérias sobre, todas lidas. Vídeos sobre, todos assistidos. Filmes sobre, todos vistos. E ainda sei muito pouco sobre a história desse navio. Sei muito menos sobre o que verdadeiramente é o mundo naval.
Tudo isso me fascina, mais do que eu possa descrever.
Meu fanatismo por navios é algo realmente sobrenatural, mas o Titanic é simplesmente o apogeu de tudo relacionado a palácio flutuantes.
----- ~ -----
Eu amo navios e praticamente tudo relacionados a eles, desde os cargueiros, passando pelos cruzeiros e finalmente chegando aos transatlânticos. E saber que um belo navio de cruzeiro vai ser fretado para relembrar o naufrágio do maior transatlântico da história é algo mágico para mim.
É claro que eu tenho preferência por algumas classes de navios, afinal, como comparar um potentado transatlântico a um fétido navio de carga?
Mas o que me deixa impressionada com essas crianças de ferro são seus tamanhos colossais, as funcionalidades, os motores imensos e nos casos de navios de passageiros, o luxo.
Um navio como o Queen Mary 2 ou Oasis of the Seas são mais que simples conchas de ferro, e sim, verdadeiras cidades sobre o mar - no caso do Oasis é mais que verdade, já que ele possui uma "réplica" do Central Park em seu interior. Esses navios, por mais novos que sejam, tem história, tem "antepassados".
Até onde eu sei, o projeto do Queen Mary 2 foi baseado em uma falida idéia de construir um Titanic 2, e é o principal transatlântico da Cunard Line, empresa rival da velha White Star Line - dona dos navios da Classe Olympic, classe ao qual o Titanic pertencia. E saber que a atual dona do QM2 já competiu com o RMS Titanic, na década de 10, realmente me impressiona. Não sei porquê, mas me impressiona.
Portanto, os navios podem ter a mais avançada tecnologia, os motores e sistemas anti-colisões de última geração, mas eles sempre serão profundamente entrelaçados com o passado, com a "Época de Ouro dos navios" - a saber, a época antes dos aviões comerciais - e essa Época de Ouro não volta e também não era para todos, e sim para a pequena minoria que podia pagar por um bilhete de primeira classe. Os pobres, não são mais que meros coadjuvantes em tudo que essa Época significou.
Aqueles navios até a 2º Guerra Mundial foram mais que apenas pedaços de ferro flutuantes e sim toda uma era, toda uma história, toda uma geração.
Navios, sempre navios.
----- ~ -----
Cruzeiro lembrará 100 anos do naufrágio do Titanic em 2012.
O que eu não faria para estar nesse cruzeiro? Nem sei.
Essa notícia até mereceu um relance no Furo MTV dessa semana.
Quanto a Titanic, já perdi as contas de quantos filmes, documentários, entre outros já assisti sobre esse navio. Aquele filme que todo mundo conhece com o DiCaprio e a Winslet, não faço a menor idéia de quantas vezes assisti. Nunca, absolutamente nunca deixei de assistir o filme Titanic quando ele passava na TV para ver outra coisa. Não tenho contabilizado quanto dinheiro já gastei em livros, maquetes, DVD's, CD's, etc sobre a história do navio. Já não sei mais quanto tempo gastei passando horas na frente do computador pesquisando qualquer informação, qualquer dado, qualquer conhecimento sobre Titanic que me atraísse.
Livros sobre, todos lidos. Matérias sobre, todas lidas. Vídeos sobre, todos assistidos. Filmes sobre, todos vistos. E ainda sei muito pouco sobre a história desse navio. Sei muito menos sobre o que verdadeiramente é o mundo naval.
Tudo isso me fascina, mais do que eu possa descrever.
domingo, 15 de agosto de 2010
However :)
É, pois é. Aulas voltaram.
Voltar a pegar ônibus, voltar a estudar, voltar a acordar cedo.. rotina!
Sério, isso é bom, muito bom!
Minhas férias foram algo muito entediante, portanto, estou feliz de voltar a loucura do dia a dia.
Enfim, não importa.
Ah é, queria indicar uma postagem de um amigo meu: Five Minuts - Apenas aleatoriedade
Achei super interessante o que ele quis dizer e que quem entende a mensagem, concorda com ela.
--------------------------------
Quero pedir desculpas dos meus leitores assíduos, já que fico muito tempo sem postar.
Mas não desisti de ter blog, só fico um tempo sem nada de novo porque quero encontrar algo descente pra colocar aqui.
Enfim, essa postagem chata foi só pra indicar o blog pessoal do Shiro, o mesmo dono do blog Críticas Óbvias descrito ali do lado.
Então é isso. Quando eu achar uma coisa legal pra postar, eu apareço aqui.
Voltar a pegar ônibus, voltar a estudar, voltar a acordar cedo.. rotina!
Sério, isso é bom, muito bom!
Minhas férias foram algo muito entediante, portanto, estou feliz de voltar a loucura do dia a dia.
Enfim, não importa.
Ah é, queria indicar uma postagem de um amigo meu: Five Minuts - Apenas aleatoriedade
Achei super interessante o que ele quis dizer e que quem entende a mensagem, concorda com ela.
--------------------------------
Quero pedir desculpas dos meus leitores assíduos, já que fico muito tempo sem postar.
Mas não desisti de ter blog, só fico um tempo sem nada de novo porque quero encontrar algo descente pra colocar aqui.
Enfim, essa postagem chata foi só pra indicar o blog pessoal do Shiro, o mesmo dono do blog Críticas Óbvias descrito ali do lado.
Então é isso. Quando eu achar uma coisa legal pra postar, eu apareço aqui.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Recomeçando...
Sério, por alguns dias, cheguei a esquecer que tinha um blog. Não porque estou ocupada - claro que não - e sim porque estou extremamente desocupada. Aí, em vez de vir escrever periódicamente aqui, fiquei assistindo Sessão da Tarde, Everbody Hates Chris, Johnny English, Bridge para Terabithia, Zathura, Two and a half Men, The Big Bang Theory e documentários do Discovery.. Enfim, como se pode ver, férias irritantes produtivas. Pelo menos a Sessão da Tarde de segunda-feira foi boa...
Tá, parei.
Esqueçam isso tudo.
Ah sim, o frio realmente resolveu dar as caras em Curitiba. Na realidade, em todo Sul do Brasil. Apenas para mostrar o quanto somos europeus. Haha.. é, pois é. Síndrome de curitibano de achar europeu.Na realidade, somos mais que europeus, somos a Atlântida perdida.
Amazing, adoro o modo como as pessoas reagem ao frio. Ao passo de que praticamente todo curitibano adora esse clima gélido, os não-curitibanos se sentem cada vez mais motivados parafalar merda ofender a cidade que vieram cegamente procurando, querendo uma vida melhor. É, falo mesmo. Isso me irrita.
Não gosta daqui? Vai embora!! <~ Clica ali.
Anyway, as férias estão finalmente acabando e voltar as aulas nesse frio realmente não vai ser muito agradável - não que eu esteja reclamando - mas estou sempre disposta a aguentar uma barra por amor da Curitiba, e a seu clima sempre perfeito.
Funny thing:
Eu li esses dias alguma coisa assim: Temperatura mais baixa do ano em Salvador, 19ºC.
Tá, parei.
Esqueçam isso tudo.
Ah sim, o frio realmente resolveu dar as caras em Curitiba. Na realidade, em todo Sul do Brasil. Apenas para mostrar o quanto somos europeus. Haha.. é, pois é. Síndrome de curitibano de achar europeu.
Amazing, adoro o modo como as pessoas reagem ao frio. Ao passo de que praticamente todo curitibano adora esse clima gélido, os não-curitibanos se sentem cada vez mais motivados para
Não gosta daqui? Vai embora!! <~ Clica ali.
Anyway, as férias estão finalmente acabando e voltar as aulas nesse frio realmente não vai ser muito agradável - não que eu esteja reclamando - mas estou sempre disposta a aguentar uma barra por amor da Curitiba, e a seu clima sempre perfeito.
Funny thing:
Eu li esses dias alguma coisa assim: Temperatura mais baixa do ano em Salvador, 19ºC.
Como assim? OMG.
![]() |
| Frio inimaginável em Salvador. |
domingo, 18 de julho de 2010
Journey...
To the Center of the Earth.
Um dos melhores filmes que eu já assisti. Como prometido, fiz uma sinopse desse filme. Lá vai:
O filme começa com o professor Trevor Anderson, um físico teutônico pouco respeitado no meio em que trabalha, pelas sua teorias mirabolantes e pela fé no trabalho do seu irmão Max, também físico teutônico, desaparecido há 10 anos.
Max tinha um filho - o rebelde Sean - um parente que Trevor não vê há muito tempo e decide tomar conta enquanto a mãe do garoto procura uma casa para morar no Canadá.
Ao ver velhas anotações do irmão em um livro chamado Viagem ao Centro da Terra de Júlio Verne e perceber que elas correspondem a leituras atuais dos antigos equipamentos tectônicos ainda funcionais em várias partes do globo, Trevor e Sean partem numa jornada para tentar descobrir o que aconteceu com Max.
Com todas as pistas apontando para a Islândia, eles chegam até um falido instituto de pesquisas tectônicas onde conhecem a atraente guia das montanhas Hannah que concorda em levá-los até o local em que deve estar um dos velhos sensores teutônicos que estava revelando dados estranhos. Mas uma surpresa faz com que os três fiquem presos em uma caverna e sejam obrigados a tentar achar uma outra saída, e assim acabam encontrando um caminho que os leva para o centro da Terra. Ali, descobrem um fascinante mundo perdido. É o início da mais fantástica aventura de suas vidas! Percorrendo caminhos misteriosos e visitando lugares nunca antes vistos, encontrarão belezas, mas também passarão por muitos perigos. Piranhas voadoras, pássaros brilhantes, cogumelos gigantescos, serpentes marinhas, plantas carnívoras e uma mortal criatura chamada gigantossaura são só algumas das coisas estranhas que vivenciarão.
O resto, apenas assistindo o filme para saber.
Enfim, esse sucesso do cinema foi o primeiro filme Live Action em 3D da história.
Ah, antes que alguém venha reclamar, essa é a sinopse do NOVO filme. Eu não ia fazer uma análise do filme de 1959. =P
Elenco:
Brendan Fraser - Trevor Anderson
Josh Hutcherson - Sean Anderson
Anita Briem - Hannah Ásgeirsson
Jean Michel Paré - Max Anderson
Jane Wheeler - Elizabeth
Giancarlo Caltabiano - Leonard
Garth Gilker - Sigurbjörn Ásgeirsson
E.. aí vai também o trailer em inglês pra quem quiser. Só pra esclarecer, não coloquei o vídeo com legenda em português, porque todos os com legenda que eu achei estavam com uma qualidade de imagem deprimente.
Um dos melhores filmes que eu já assisti. Como prometido, fiz uma sinopse desse filme. Lá vai:
O filme começa com o professor Trevor Anderson, um físico teutônico pouco respeitado no meio em que trabalha, pelas sua teorias mirabolantes e pela fé no trabalho do seu irmão Max, também físico teutônico, desaparecido há 10 anos.
Max tinha um filho - o rebelde Sean - um parente que Trevor não vê há muito tempo e decide tomar conta enquanto a mãe do garoto procura uma casa para morar no Canadá.
Ao ver velhas anotações do irmão em um livro chamado Viagem ao Centro da Terra de Júlio Verne e perceber que elas correspondem a leituras atuais dos antigos equipamentos tectônicos ainda funcionais em várias partes do globo, Trevor e Sean partem numa jornada para tentar descobrir o que aconteceu com Max.
Com todas as pistas apontando para a Islândia, eles chegam até um falido instituto de pesquisas tectônicas onde conhecem a atraente guia das montanhas Hannah que concorda em levá-los até o local em que deve estar um dos velhos sensores teutônicos que estava revelando dados estranhos. Mas uma surpresa faz com que os três fiquem presos em uma caverna e sejam obrigados a tentar achar uma outra saída, e assim acabam encontrando um caminho que os leva para o centro da Terra. Ali, descobrem um fascinante mundo perdido. É o início da mais fantástica aventura de suas vidas! Percorrendo caminhos misteriosos e visitando lugares nunca antes vistos, encontrarão belezas, mas também passarão por muitos perigos. Piranhas voadoras, pássaros brilhantes, cogumelos gigantescos, serpentes marinhas, plantas carnívoras e uma mortal criatura chamada gigantossaura são só algumas das coisas estranhas que vivenciarão.
O resto, apenas assistindo o filme para saber.
Enfim, esse sucesso do cinema foi o primeiro filme Live Action em 3D da história.
Ah, antes que alguém venha reclamar, essa é a sinopse do NOVO filme. Eu não ia fazer uma análise do filme de 1959. =P
Elenco:
Brendan Fraser - Trevor Anderson
Josh Hutcherson - Sean Anderson
Anita Briem - Hannah Ásgeirsson
Jean Michel Paré - Max Anderson
Jane Wheeler - Elizabeth
Giancarlo Caltabiano - Leonard
Garth Gilker - Sigurbjörn Ásgeirsson
E.. aí vai também o trailer em inglês pra quem quiser. Só pra esclarecer, não coloquei o vídeo com legenda em português, porque todos os com legenda que eu achei estavam com uma qualidade de imagem deprimente.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Boring. Boring.
Ah, nem estou muito inspirada pra postar aqui hoje. Portanto não esperem algo decente nessa postagem esdrúxula de hoje...
Enfim, estou de férias há mais ou menos uma semana e como o clima de Curitiba não me deixa sair de casa, estou a mais ou menos 3 dias mofando: Assitir TV, comer, dormir e mexer no computador. Irritante.
Mas, eu tenho meus leitores assíduos para ver minhas baboseiras, então não estou tão triste assim. Na realidade, se eu tivesse afim de desabafar, eu ia para o Twitter. Mas como só quero colocar isso aqui em dia e estando sem assunto fiz essa postagem "non sense", vou colocar o link do meu Twitter aqui e quem quiser dar um follow lá, eu agradeço.
Vou assistir Journey to the Center of the Earth pela 187381674816418º vez. E quando voltar, faço uma sinopse do filme pra quem ainda não assistiu. Prometo. Fiquem com Deus, gente.
Enfim, estou de férias há mais ou menos uma semana e como o clima de Curitiba não me deixa sair de casa, estou a mais ou menos 3 dias mofando: Assitir TV, comer, dormir e mexer no computador. Irritante.
Mas, eu tenho meus leitores assíduos para ver minhas baboseiras, então não estou tão triste assim. Na realidade, se eu tivesse afim de desabafar, eu ia para o Twitter. Mas como só quero colocar isso aqui em dia e estando sem assunto fiz essa postagem "non sense", vou colocar o link do meu Twitter aqui e quem quiser dar um follow lá, eu agradeço.
Vou assistir Journey to the Center of the Earth pela 187381674816418º vez. E quando voltar, faço uma sinopse do filme pra quem ainda não assistiu. Prometo. Fiquem com Deus, gente.
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