segunda-feira, 13 de setembro de 2010

VMA decepcionante.

É, verdade. O VMA desse ano deixou muito mesmo a desejar. O design do palco tava bonitinho, mas o conteúdo lá apresentado foi clichê demais.

Ganhou quem era para ganhar, não teve nenhuma surpresa. Lady GaGa saiu com não sei quantos Astronautas de Prata na mão, acho que 8. Eminem foi outro grande ganhador da noite. Justin Bieber levou o seu prêmio VMA com 16 anos de idade... DEZESSEIS! E, na minha opinião, o talento dele na premiação inteira foi jogar longe a baqueta da bateria que ele estava tocando e também não saber exatamente qual caminho pegar para chegar ao palco na hora que tinha sido anunciado seu nome como ganhador na categoria "Artista Revelação".

Não teve nenhum escândalo, nada que me fizesse correr para twittar a novidade.

Até gostei da apresentação da Rihanna com o Eminem e a música Dog Days Are Over de Florence & the Machine me impressionou, nunca tinha ouvindo antes e agora já tá no meu celular - pelo menos pra isso serviu o VMA. Ah sim, Lady GaGa e suas 4 trocas de roupa - acho que foram isso, se não mais - e seus sapatos incrívelmente estranhos, mas ainda assim, acho que ela foi a personalidade da noite.

Chelsea Handler, a host, para mim, foi deplorávelmente sem graça (exceto na parte da jacuzzi... me rachei de rir!)

E finalizando, o que salvou a minha noite e fez valer a pena ficar até 00:15 assistindo MTV, além de comprar uma briga com o meu pai depois foi, sem dúvida nenhuma, a "cobertura jornalística" de Dani Calabresa e Bento Ribeiro com seus comentários hilários, mandando o Sapunheta para o Chile, pedindo pinga e chá de cogumelo... Quem assistiu o VMA, sabe do que estou falando.

Sinceramente, espero que o VMB seja melhor que o VMA e imploro para as pessoas que ainda estão votando ajudem a não deixar que a grande "Lady GaGa" da premiação brasileira acabe sendo Restart.

Bentooo... canta maaaaaais! Pleease.

sábado, 21 de agosto de 2010

Cruzeiro lembrará 100 anos do naufrágio do Titanic em 2012.

Meu Deus. Morri x.x'

Meu fanatismo por navios é algo realmente sobrenatural, mas o Titanic é simplesmente o apogeu de tudo relacionado a palácio flutuantes.

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Eu amo navios e praticamente tudo relacionados a eles, desde os cargueiros, passando pelos cruzeiros e finalmente chegando aos transatlânticos. E saber que um belo navio de cruzeiro vai ser fretado para relembrar o naufrágio do maior transatlântico da história é algo mágico para mim.
É claro que eu tenho preferência por algumas classes de navios, afinal, como comparar um potentado transatlântico a um fétido navio de carga?
Mas o que me deixa impressionada com essas crianças de ferro são seus tamanhos colossais, as funcionalidades, os motores imensos e nos casos de navios de passageiros, o luxo.

Um navio como o Queen Mary 2 ou Oasis of the Seas são mais que simples conchas de ferro, e sim, verdadeiras cidades sobre o mar - no caso do Oasis é mais que verdade, já que ele possui uma "réplica" do Central Park em seu interior. Esses navios, por mais novos que sejam, tem história, tem "antepassados".
Até onde eu sei, o projeto do Queen Mary 2 foi baseado em uma falida idéia de construir um Titanic 2, e é o principal transatlântico da Cunard Line, empresa rival da velha White Star Line - dona dos navios da Classe Olympic, classe ao qual o Titanic pertencia. E saber que a atual dona do QM2 já competiu com o RMS Titanic, na década de 10, realmente me impressiona. Não sei porquê, mas me impressiona.

Portanto, os navios podem ter a mais avançada tecnologia, os motores e sistemas anti-colisões de última geração, mas eles sempre serão profundamente entrelaçados com o passado, com a "Época de Ouro dos navios" - a saber, a época antes dos aviões comerciais - e essa Época de Ouro não volta e também não era para todos, e sim para a pequena minoria que podia pagar por um bilhete de primeira classe. Os pobres, não são mais que meros coadjuvantes em tudo que essa Época significou.
Aqueles navios até a 2º Guerra Mundial foram mais que apenas pedaços de ferro flutuantes e sim toda uma era, toda uma história, toda uma geração.

Navios, sempre navios.
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Cruzeiro lembrará 100 anos do naufrágio do Titanic em 2012.

O que eu não faria para estar nesse cruzeiro? Nem sei.
Essa notícia até mereceu um relance no Furo MTV dessa semana.

Quanto a Titanic, já perdi as contas de quantos filmes, documentários, entre outros já assisti sobre esse navio. Aquele filme que todo mundo conhece com o DiCaprio e a Winslet, não faço a menor idéia de quantas vezes assisti. Nunca, absolutamente nunca deixei de assistir o filme Titanic quando ele passava na TV para ver outra coisa. Não tenho contabilizado quanto dinheiro já gastei em livros, maquetes, DVD's, CD's, etc sobre a história do navio. Já não sei mais quanto tempo gastei passando horas na frente do computador pesquisando qualquer informação, qualquer dado, qualquer conhecimento sobre Titanic que me atraísse.
Livros sobre, todos lidos. Matérias sobre, todas lidas. Vídeos sobre, todos assistidos. Filmes sobre, todos vistos. E ainda sei muito pouco sobre a história desse navio. Sei muito menos sobre o que verdadeiramente é o mundo naval.

Tudo isso me fascina, mais do que eu possa descrever.

domingo, 15 de agosto de 2010

However :)

É, pois é. Aulas voltaram.
Voltar a pegar ônibus, voltar a estudar, voltar a acordar cedo.. rotina!
Sério, isso é bom, muito bom!
Minhas férias foram algo muito entediante, portanto, estou feliz de voltar a loucura do dia a dia.

Enfim, não importa.

Ah é, queria indicar uma postagem de um amigo meu: Five Minuts - Apenas aleatoriedade
Achei super interessante o que ele quis dizer e que quem entende a mensagem, concorda com ela.

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Quero pedir desculpas dos meus leitores assíduos, já que fico muito tempo sem postar.
Mas não desisti de ter blog, só fico um tempo sem nada de novo porque quero encontrar algo descente pra colocar aqui.
Enfim, essa postagem chata foi só pra indicar o blog pessoal do Shiro, o mesmo dono do blog Críticas Óbvias descrito ali do lado.
Então é isso. Quando eu achar uma coisa legal pra postar, eu apareço aqui.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Recomeçando...

Sério, por alguns dias, cheguei a esquecer que tinha um blog. Não porque estou ocupada - claro que não - e sim porque estou extremamente desocupada. Aí, em vez de vir escrever periódicamente aqui, fiquei assistindo Sessão da Tarde, Everbody Hates Chris, Johnny English, Bridge para Terabithia, Zathura, Two and a half Men, The Big Bang Theory e documentários do Discovery.. Enfim, como se pode ver, férias irritantes produtivas. Pelo menos a Sessão da Tarde de segunda-feira foi boa...

Tá, parei.
Esqueçam isso tudo.

Ah sim, o frio realmente resolveu dar as caras em Curitiba. Na realidade, em todo Sul do Brasil. Apenas para mostrar o quanto somos europeus. Haha.. é, pois é. Síndrome de curitibano de achar europeu. Na realidade, somos mais que europeus, somos a Atlântida perdida.

Amazing, adoro o modo como as pessoas reagem ao frio. Ao passo de que praticamente todo curitibano adora esse clima gélido, os não-curitibanos se sentem cada vez mais motivados para falar merda ofender a cidade que vieram cegamente procurando, querendo uma vida melhor. É, falo mesmo. Isso me irrita.

Não gosta daqui? Vai embora!! <~ Clica ali.

Anyway, as férias estão finalmente acabando e voltar as aulas nesse frio realmente não vai ser muito agradável - não que eu esteja reclamando - mas estou sempre disposta a aguentar uma barra por amor da Curitiba, e a seu clima sempre perfeito.

Funny thing:
Eu li esses dias alguma coisa assim: Temperatura mais baixa do ano em Salvador, 19ºC.

Como assim? OMG.

Frio inimaginável em Salvador.

domingo, 18 de julho de 2010

Journey...

To the Center of the Earth.
Um dos melhores filmes que eu já assisti. Como prometido, fiz uma sinopse desse filme. Lá vai:

O filme começa com o professor Trevor Anderson, um físico teutônico pouco respeitado no meio em que trabalha, pelas sua teorias mirabolantes e pela fé no trabalho do seu irmão Max, também físico teutônico, desaparecido há 10 anos.
Max tinha um filho - o rebelde Sean - um parente que Trevor não vê há muito tempo e decide tomar conta enquanto a mãe do garoto procura uma casa para morar no Canadá.
Ao ver velhas anotações do irmão em um livro chamado Viagem ao Centro da Terra de Júlio Verne e perceber que elas correspondem a leituras atuais dos antigos equipamentos tectônicos ainda funcionais em várias partes do globo, Trevor e Sean partem numa jornada para tentar descobrir o que aconteceu com Max.
Com todas as pistas apontando para a Islândia, eles chegam até um falido instituto de pesquisas tectônicas onde conhecem a atraente guia das montanhas Hannah que concorda em levá-los até o local em que deve estar um dos velhos sensores teutônicos que estava revelando dados estranhos. Mas uma surpresa faz com que os três fiquem presos em uma caverna e sejam obrigados a tentar achar uma outra saída, e assim acabam encontrando um caminho que os leva para o centro da Terra. Ali, descobrem um fascinante mundo perdido. É o início da mais fantástica aventura de suas vidas! Percorrendo caminhos misteriosos e visitando lugares nunca antes vistos, encontrarão belezas, mas também passarão por muitos perigos. Piranhas voadoras, pássaros brilhantes, cogumelos gigantescos, serpentes marinhas, plantas carnívoras e uma mortal criatura chamada gigantossaura são só algumas das coisas estranhas que vivenciarão.
O resto, apenas assistindo o filme para saber.
Enfim, esse sucesso do cinema foi o primeiro filme Live Action em 3D da história.

Ah, antes que alguém venha reclamar, essa é a sinopse do NOVO filme. Eu não ia fazer uma análise do filme de 1959. =P

Elenco:

Brendan Fraser - Trevor Anderson
Josh Hutcherson -  Sean Anderson
Anita Briem - Hannah Ásgeirsson
Jean Michel Paré - Max Anderson
Jane Wheeler - Elizabeth
Giancarlo Caltabiano - Leonard
Garth Gilker - Sigurbjörn Ásgeirsson
 
E.. aí vai também o trailer em inglês pra quem quiser. Só pra esclarecer, não coloquei o vídeo com legenda em português, porque todos os com legenda que eu achei estavam com uma qualidade de imagem deprimente. 

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Boring. Boring.

Ah, nem estou muito inspirada pra postar aqui hoje. Portanto não esperem algo decente nessa postagem esdrúxula de hoje...
Enfim, estou de férias há mais ou menos uma semana e como o clima de Curitiba não me deixa sair de casa, estou a mais ou menos 3 dias mofando: Assitir TV, comer, dormir e mexer no computador. Irritante.
Mas, eu tenho meus leitores assíduos para ver minhas baboseiras, então não estou tão triste assim. Na realidade, se eu tivesse afim de desabafar, eu ia para o Twitter. Mas como só quero colocar isso aqui em dia e estando sem assunto fiz essa postagem "non sense", vou colocar o link do meu Twitter aqui e quem quiser dar um follow lá, eu agradeço.
Vou assistir Journey to the Center of the Earth pela 187381674816418º vez. E quando voltar, faço uma sinopse do filme pra quem ainda não assistiu. Prometo. Fiquem com Deus, gente.

sábado, 10 de julho de 2010

Always and forever, my land.

Ahh. Hoje tenho uma história até interessante pra contar aqui...

Anteontem fui com a minha mãe pegar algumas das notas dela na faculdade, lá perto do Largo da Ordem, estava tendo alguma coisa interessante lá, eu sei disso, eu só não sei o que era.

Era noite, perto das 21:00.

Subimos no último andar do campus da faculdade, onde o pessoal de recuperação estava fazendo a prova final de alguma matéria... mas lá de cima, eu tinha uma visão linda das igrejas curitibanas iluminadas com muita pompa. As janelas estavam fechadas, mas não resisti. Com algum esforço, e tomando cuidado para que o pessoal que estava fazendo prova não se incomodasse com o barulho, eu abri a janela, e logo de cara, senti aquele típico frio curitibano. Aquele vento que entrou, me envolveu e senti meu charpe balançar levemente. Simples, mas incrível.

Não sei explicar o que eu senti naquele momento, tendo uma visão um pouco obstruída, mas ainda maravilhosa do Largo e da iluminação dos pontos turísticos de Curitiba.

Fiquei um tempo vendo aquela paisagem, quando olhei mais para a frente e vi uma singela e tremulante bandeira, no cume de uma espécie de torre (?) sendo balançada calmamente pelo vento que vinha em minha direção. No alto de um mastro - que mais parecia um cabo de vassoura - aquela bandeira tremia com o vento. E ela estava sozinha, sem nenhum outro pedaço de pano ao seu lado, mesmo porque, qualquer outra bandeira ali poderia ser considerada um reles pano de chão, perto da humilde e gloriosa bandeira de Curitiba, honrando não apenas aquela parte da cidade, mas qualquer curitibano nato ou de coração que a olhasse e a visse com aquele esplendor que só um símbolo de Curitiba sabe ter.

Me senti privilegiada de ter nascido aqui, de ter vivido aqui e daqui nunca ter me afastado. De repente senti que, independente de qualquer lugar do mundo que eu fosse, aqui sempre seria minha terra. Sempre seria meu lugar. E Curitiba seria a terra que eu dei o meu amor.